Em relação ao bullying


Comofas?

                A denominação é nova. O problema é velho. Todo mundo já deve saber, mas, para encher linhas, vou descrever rapidamente o que é o bullying. Bullying é o ato de trollar os coleguinhas de colégio, e isso não se faz, Juquinha! Não discordo que isso seja errado, principalmente por que, NORMALMENTE, quem trolla os colegas pejorativamente é algum filho da puta que, de tão retardado, só falta babar, mas há de se concordar que depois que a denominação foi criada, o assunto tornou-se superestimado. Antes os colégios podiam ter luta livre, agora querem até que você use fraldas.
                Acho sim que os colégios devem conscientizar seus alunos e a educação tem que sofrer modificações, mas agora meio que entrou na moda sofrer bullying. “Ah, eu sofro bullying”, “Ah, eu não aguento mais o bullying”, por favor, né.
                Agora, o que mais me irrita mesmo é a hipocrisia social. NÓS VIVEMOS em uma sociedade onde o bullying é cultuado! O tempo Todo! E ai me vêm com isso e aquilo de que o bullying não é correto, mas é como se um ladrão estivesse a falar sobre como roubar é errado. A nossa sociedade cultua a eliminação do “mais fraco”. Quem é que sempre é alvo de bullying? Aquele mais quieto, mais estudioso, aquele que normalmente gosta de ficar calado lendo algo. Quem pratica o bullying? Normalmente um filho da profissional qualquer que se acha fodão. E o porquê disso tudo? Porque a nossa sociedade estimula isso, você DEVE esmagar o mais fraco(e o “fraco” é aquele que pode vir a ser algo mais que um retardado). Isso me lembra muito Getúlio Vargas, o sacana mandou soldados brasileiros para ajudar a desarticular os governos totalitários na Europa, MAS O FDP ERA DITADOR! Comofas?
                Mas enfim, bullying sempre existiu e vai continuar existindo, enquanto a sociedade não mudar, essa realidade não mudará. É como tentar acabar com a desigualdade social vivendo no capitalismo. Faz algum sentido?
                Você, caro leitor, já sofreu bullying? Acho que quase todo mundo já sofreu. Segundo a biologia, isto é natural. O que me deixa, de certo modo, inconformado, afinal, de que nos serve a consciência se, em quase tudo, o instinto ainda prevalece nas nossas decisões? Eu sofri um pouco de bullying, por causa do meu interesse pela aula, pela minha cabeça grande, mas, principalmente, pela minha posição acerca das “atitudes ridículas”. Eu nunca achei legal gente retardada falando mal dos professores pelas costas, por exemplo; também nunca fui com a cara de doentes mentais que se borram nas calças pra chegar em uma menina mas ficam olhando pra elas como um pedaço de carne e dizendo “essa é gostosa, imagina eu *&^%^...”. É muito retardo.
                Meu professor de biologia disse, certa vez, que a consciência nunca superará o instinto. Se eu quero continuar são, tenho que discordar dele. Pensar que a consciência nunca superará o instinto é pensar que seremos, para sempre, ignorantes. Não existe, talvez, dádiva maior dada ao homem do que a consciência. Existe aquela teoria furada de que o homem não usa nem 10% do cérebro, mas, no sentido conotativo, ela não diz mais do que a pura e crua realidade. O Homem tem preguiça de pensar, não quer nem pensar em pensar. A típica forma de expor isso é você pegar matérias que você não gosta, e por que você não gosta? Existem exceções, mas a grande maioria das respostas se resumirá à “não entendo porra nenhuma dessa matéria.”
                Mas voltando ao bullying...
                Depois que o termo foi criado, as pessoas voltaram suas diminutas orbitas oculares para o tema. NADA de significativo será feito sobre isso, e por um motivo muito simples. Bullying não é reflexo de uma má criação ou alguma doença ou alguma desvirtude, é simplesmente o reflexo do mundo em que vivemos, nas crianças e nos adolescentes. A diferença é que, enquanto um adulto tem meios mais brandos, do ponto de vista “físico”, a criança ainda não adquiriu essa malícia.
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Ps: Pessoal, devo pedir desculpas por sabado ter ficado sem post. É que, devido a uma ventania infernal que houve aqui em goiânia, eu fiquei sem internet.
Ps2: Pra compensar, aqui vai uma foto de um mico conjunto pago por mim e pelo Marco Aurélio
Foto captada de um universo paralelo relativamente próximo

Para uma menina com uma flor

Hoje é domingo e, vejam só, é dia dos namorados! \o/
Mas o que é mais importante é que domingo é dia de postar coisas alheias e, para variar draaasticamente, vou recorrer ao Vinicius. Essa é uma das coisas mais bonitas que já li em toda a minha longuíssima vida. Queria poder escrever assim algum dia para uma menina, mesmo que ela não tenha flor. 


                                   Para uma menina com uma flor - Vinicius de Moraes


          Porque você é uma menina com uma flor e tem uma voz que não sai, eu lhe prometo amor eterno, salvo se você bater pino, que aliás você não vai nunca porque você acorda tarde, tem um ar recuado e gosta de brigadeiro: quero dizer, o doce feito com leite condensado.
          E porque você é uma menina com uma flor e chorou na estação de Roma porque nossas malas seguiram sozinhas para Paris e você ficou morrendo de pena delas partindo assim no meio de todas aquelas malas estrangeiras. E porque você quando sonha que eu estou passando você para trás, transfere sua d.d.c. para o meu cotidiano e implica comigo o dia inteiro como se eu tivesse culpa de você ser assim tão subliminar. E porque quando você começou a gostar de mim procurava saber por todos os modos com que camisa esporte eu ia sair para fazer mimetismo de amor, se vestindo parecido. E porque você tem um rosto que está sempre num nicho, mesmo quando põe o cabelo para cima, como uma santa moderna, e anda lento, a fala em 33 rotações mas sem ficar chata. E porque você é uma menina com uma flor, eu lhe predigo muitos anos de felicidade, pelo menos até eu ficar velho: mas só quando eu der aquela paradinha marota para olhar para trás, aí você pode se mandar, eu compreendo.
          E porque você é uma menina com uma flor e tem um andar de pajem medieval; e porque você quando canta nem um mosquito ouve a sua voz, e você desafina lindo e logo conserta, e às vezes acorda no meio da noite e fica cantando feito uma maluca. E porque você tem um ursinho chamado Nounouse e fala mal de mim para ele, e ele escuta mas não concorda porque é muito meu chapa, e quando você se sente perdida e sozinha no mundo você se deita agarrada com ele e chora feito uma boba fazendo um bico deste tamanho. E porque você é uma menina que não pisca nunca e seus olhos foram feitos na primeira noite da Criação, e você é capaz de ficar me olhando horas. E porque você é uma menina que tem medo de ver a Cara- na-Vidraça, e quando eu olho você muito tempo você vai ficando nervosa até eu dizer que estou brincando. E porque você é uma menina com uma flor e cativou meu coração e adora purê de batata, eu lhe peço que me sagre seu Constante e Fiel Cavalheiro.
          E sendo você uma menina com uma flor, eu lhe peço também que nunca mais me deixe sozinho, como nesse último mês em Paris; fica tudo uma rua silenciosa e escura que não vai dar em lugar nenhum; os móveis ficam parados me olhando com pena; é um vazio tão grande que as outras mulheres nem ousam me amar porque dariam tudo para ter um poeta penando assim por elas, a mão no queixo, a perna cruzada triste e aquele olhar que não vê. E porque você é a única menina com uma flor que eu conheço, eu escrevi uma canção tão bonita para você, "Minha namorada", a fim de que, quando eu morrer, você se por acaso não morrer também, fique deitadinha abraçada com Nounouse, cantando sem voz aquele pedaço em que eu digo que você tem de ser a estrela derradeira, minha amiga e companheira, no infinito de nós dois.
          E já que você é uma menina com uma flor e eu estou vendo você subir agora - tão purinha entre as marias-sem-vergonha - a ladeira que traz ao nosso chalé, aqui nestas montanhas recortadas pela mão presciente de Guignard; e o meu coração, como quando você me disse que me amava, põe-se a bater cada vez mais depressa. E porque eu me levanto para recolher você no meu abraço, e o mato à nossa volta se faz murmuroso e se enche de vaga-lumes enquanto a noite desce com seus segredos, suas mortes, seus espantos - eu sei, ah, eu sei que o meu amor por você é feito de todos os amores que eu já tive, e você é a filha dileta de todas as mulheres que eu amei; e que todas as mulheres que eu amei, como tristes estátuas ao longo da aléia de um jardim noturno, foram passando você de mão em mão, de mão em mão até mim, cuspindo no seu rosto e enfeitando a sua fronte de grinaldas; foram passando você até mim entre cantos, súplicas e vociferações - porque você é linda, porque você é meiga e sobretudo porque você é uma menina com uma flor.

Revolta dos machos e dos adeptos dessa atividade há tempos perdida


“Mais da metade das mulheres sente mais atração por homens com algum tipo de barba. O resultado é de uma pesquisa realizada na Inglaterra por um site especializado em celebridades. Cinquenta e quatro por cento das entrevistadas foram categóricas ao afirmar que preferem os barbados, pois eles demonstram mais masculinidade.”
Pronto, para todos os agourentos, os de pele delicadinha, as mulheres frustradas e os que têm a infelicidade de poucos hormônios, é categórica a decisão: elas preferem os homens de barba. Se você, leitora, não gosta de uma bela cara barbada, saiba que você é uma minoria (e muito antipática, diga-se de passagem).
Homens de barba inspiram confiança, seriedade, sabedoria, macheza, sisudez e virilidade. Os sujeitos mais notáveis que já existiram, uma hora ou outra, cultivaram pelos faciais. Não preciso nem dizer dos grandes, como Marx, Niestzsche e os seus coleguinhas mais antigos. Mas dignos de nota são Sir Ian Mckellen, Ian Anderson, John Bonham e Alan Moore. Qual é o sentimento que se tem ao observar um cara desses? Ingenuidade? Incerteza? Fanfarronice? Não, não, amigos, é o extremo oposto.
Segundo a Wikipédia, incontestável fonte de dados, aos homens com barba têm sido atribuídas, ao longo da história de diferentes culturas do mundo, sabedoria, potência sexual e status social. Pois é, mas não é qualquer um que tem a inata capacidade de portar uma barba, alguns ficam mais como tolos do que elegantes. Por isso mesmo não se pode dizer que todas as barbas indicam potência sexual, mas já fique sabendo que, um homem a quem a barba adere com perfeição, é um cavalo cavalheiro em potencial.
Nos escritos de Tolkien, os anões (que têm barbas do tamanho das metades dos seus corpos) sempre se saúdam com algo como “que sua barba jamais deixe de crescer!” ou “que sua barba nunca seja rala!”. Essas sim são excelentes saudações...
Ela é o grito desesperado do cromossomo ípsilon, tão sufocado pela era moderna, pela vaidade, pelos falsos preceitos de higiene e, principalmente, pelo mentiroso conceito de que as mulheres gostam mais das peles lisas. Todas essas histórias são invenções de intelectuais em nada andrógenos e muito mal intencionados. Que suas barbas sejam ainda mais e ralas e deixem de crescer por completo!
A barba é como se fosse um fardo, um símbolo das durezas do mundo, uma marca de seriedade e um espólio de guerra. Cortar o rosto com o propósito de exterminá-la é um ato alegórico de desistência, sucumbência frente às impurezas do planeta. Resista, debata-se, esperneie, lute pelo seu direito irrevogável de conservar seus atributos naturais!

Escrever.


Vamos falar sobre o que estou fazendo.

                Olá, caros leitores, vim de branco para ser mais claro, pois não há, talvez, neste mundo, tema mais árduo do que a escrita. O ato de escrever é difícil, mas, contra todas as possibilidades, devido ao seu alto grau de dificuldade, é também um ato muito prazeroso. Ainda mais quando escrevo para vocês, leitores. O processo começa na IDEIA, o tema, ou temas, que vão direcionar o texto. Um fato interessante que deve ser mencionado sobre as ideias, é que elas são de extremos. Ou já estão prontas na sua cabeça, fixas como tatuagem, ou demoram mais a vir do que a minha ejaculação uma árvore a dar frutos. Para continuar, é necessário escolher um formato, uma estrutura. Algo que não é lá tãooo difícil assim. E para terminar, vem o texto. Preenchem-se páginas e páginas de palavras vomitadas, para depois, quando a ânsia acabar, limpar-se o lixo e com sorte, muita sorte, ter sobrado talvez meia página de conteúdo aproveitável. Preciso de mais café.
                Bem ou mal, muitas vezes mal, escreve-se uma dissertação, ou texto argumentativo, como preferir, caro leitor, mas um bom texto argumentativo é daqueles que lhe exigem um bocado. Começa-se com um tema. Um contra tempo é que, dependendo do tema, você pode não ter tanto conhecimento, e ai seus argumentos serão mais rasos que um pires onde o gato toma leite. Vale lembrar também que um “bom argumento” não é uma série de palavras difíceis, uma linguagem complexa (adora a palavra prolixa, mas não a usarei) e críticas de Jornal de 50 centavos. A boa argumentação é, na minha opinião, aquela que é clara, direta e é irrefutável. Claro, filhos da puta sempre haverão, aqueles que vão dizer isso ou aqui lá sobre o texto, mas não entremos neste indesejável detalhe.
                Um texto narrativo que se preze, principalmente se for longo, é um que raramente presta. Aprendi isso com a minha série (Pós-Zumbis). Um texto narrativo precisa de muita perspicácia na linguagem. Dependendo do tema, precisa também de uma pesquisa aprofundada, e precisa ser instigante, precisa ter imaginação, e quando digo imaginação não estou aqui a referir-me à literatura fantástica ou à farinha que vem desse saco, a história pode ter como enredo, um dia de trabalho em uma loja. Personagens comuns. Dia comum. Mas a manha que o bom escritor tem, é a de transformar isso em algo tão foda, que vai RACHAR SUA CABEÇA!
                Well, temos a música, o poema, o soneto, a punheta, mas não vou ficar aqui dando uma específica de redação.
                Eu gosto de escrever, principalmente, como foi dito anteriormente, para o blog. Aqui tenho liberdade de escolher os temas, posso utilizar os mais variados modelos, posso até fazer sexo com alguma garota legal entre a primeira e a segunda metade do texto. Algo que não pode ser feito em uma redação, por exemplo. Tem até um ditado, que diz que você deve fazer três coisas antes de morrer: sexo, sexo na praia e sexo na rede Aprender a tocar um instrumento musical, escrever um livro e plantar uma árvore. Acho que não deve existir ditado mais verdadeiro (a não ser aquele do leite com manga, mas esse é insuperável, de qualquer forma). Já aprendi a tocar um instrumento, plantei um pé de jabuticaba aqui em casa, agora resta saber ser escrever um blog conta como escrever um livro, que dúvida infernal!
                Para voltar à lamúria inicial... Escrever é difícil, basta pensar que você tem que organizar ideias, muitas vezes aceleradas em seu cérebro, para não dizer simultâneas, em um texto linear, que deve ter uma sequência lógica para ser entendido. É pior ainda se você quer ilustrar uma situação que acontece simultaneamente em dois pontos, pois não da para escrever os dois ao mesmo tempo. Pode-se colocar duas colunas, é verdade, mas ainda não está simultâneo, pelo simples fator lógico, que é a limitação do processamento cerebral humano, que terá de ler primeiro uma, depois outra. A fala é muito mais eficaz em diversos aspectos. Não precisa de travessões a falar, nem interrogações a perguntar, nem de exclamações a gritar. Como é precária a letra. Mas, curiosamente, não consigo parar de escrever.

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Ps: Me surgiu a ideia para este texto graças ao livro A Jangada de Pedra(José Saramago). Recomendo, assim como toda a obra dele
Ps2: Graças a DEUS! Finalmente o Palocci renunciou o cargo da Casa Civil
Ps3: Gostaria de fazer uma menção, e uma reverência, a um cara muito foda chamado Ronaldo, que se despediu oficialmente do futebol ontem (Brasil X Romênia)

É isso ai pessoal! Comentem! Vlw!

Eduardo e Mônica


Sei que estou fazendo merchan gratuito para a tal empresa de telefonia, mas acho que uma propaganda bem feita e criativa deve ser divulgada.
Como diz a propaganda, eles são o casal mais querido da música brasileira. O vídeo é uma produção simples mas de muito bom gosto. Nela pode-se até notar o porquê das recuperações do filhinho do Eduardo...

Mangueiras e sirenes contra a imundice do mundo


Todos, inevitavelmente, devem ter visto, mesmo que de relance, algo sobre a greve dos bombeiros do Rio de Janeiro. Mais de dois mil funcionários do Corpo de Bombeiros invadiram o quartel central da corporação, na Praça da República, na noite desta sexta-feira (3), de acordo com a Polícia Militar. Eles foram às ruas para reivindicar aumento de salário e melhores condições de trabalho. O Batalhão de Choque foi acionado e, depois de muita baderna, a multidão foi contida. Foram decretadas prisões e o ilustre senhor Sérgio Cabral, governador do Rio, não economizou nas adjetivações amigáveis: “Vândalos e irresponsáveis, é isso que eles são”.
As prisões seriam validas porque, ao contrário de qualquer outro profissional, o bombeiro, que é um militar, não tem direito a greve e sindicalização. Algum artigo do Código Penal Militar prevê que qualquer manifestação dessa natureza (greve e afins) é caracterizada como motim e deve ser punida criminalmente. O interessante nesse ponto é lembrar que tais regimentos foram obra dos nossos queridos generais da ditadura em seus diversos Atos Institucionais.
Tudo bem, lei e lei e deverá ser cumprida até que outra lei a suceda. Mas a indignação aqui (ênfase na minha cara de indignado) não é com as prisões, talvez nem com a truculência das forças repressivas e nem com a boquinha imprudente do governador. A indignação é com a realidade de um bombeiro: se temos algo de semelhante a heróis mascarados, são eles! Não são os cartolas de sorrisos lustrosos que têm vários minutos de propaganda gratuita na televisão; apesar de tentarem, com todos os artifícios da demagogia e da retórica de merda pura, eles não têm nada de heróis, nada de altruístas e nem mesmo nada da elegância de um mascarado.
Se todos concordam com o parágrafo aí de cima (e duvido que alguém discorde, além dos malditos trolls de sempre), todos devem também estar se perguntando por que é que um bombeiro precisa se tornar um criminoso para conseguir melhores condições de vida, enquanto o senado não pestaneja nem sequer uma vez antes de aumentar em mais de sessenta por cento os vencimentos dos seus próprios integrantes!
Logo os bombeiros, homens que estão para salvar vidas, evitar tragédias, oferecer ajuda a quem quer que precise dela, logos eles são relegados a viver com um salário muitas vezes menor que o de um servente de pedreiro (não ofendam-se, serventes, atentem-se à linha de raciocínio). Homens que arriscam as suas vidas diariamente e, ao chegar aos lares, não têm condições de dar uma boa vida, uma que esteja à altura dos heróis que são, às suas famílias.
Portanto, senhor Sérgio Cabral, o irresponsável é o infeliz que não dá a remuneração devida a um dos setores mais importantes da sociedade. Irresponsável não é o sujeito que luta por uma vida melhor e que, numa situação que quer ver acontecer, viria acudir o senhor e sua família em qualquer espécie de acidente.

 Re: Greve dos bombeiros continua no RJ