Convites

Escambo das Letras


• Troca de livros, gibis, revistas, DvD's, filmes, CD's, Vinis
• Intervenções literárias
• Ações de leitura
• Encenação teatral
• Contação de histórias
• Conversa com autor
• Espaços temáticos de leitura (Sala "Impróprio para menores; Sala do Terror; Espaço Zen; ...")

Local: Anexo do Sesc, Rua 19, Nº 400, Centro — Goiânia
Dia 27/10/2012
(sábado) das 9h às 18h

Mais informações no site: http://sescaldeiadiabovelho.wordpress.com/2012/10/05/escambo-das-letras/


Clube Leitura
(clube do livro)
    Reunião amistosa de debates e conversação sobre o livro A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera. Cada mês um livro diferente para se debater.

Dia 26/10/2012 (última sexta-feira do mês) às 19 horas
Local: no segundo andar da livraria Leitura do Goiânia Shopping

Mais informações no site: http://www.facebook.com/clubedolivro.leitura?fref=ts


Ponte Literária
(clube do livro)
    Encontro descontraído de conversação sobre Literatura Inglesa, em que cada um apresenta um livro (no caso, de origem britânica) diferente um do outro, de forma a mostrar seu ponto-de-vista sobre o livro, instigando as outras pessoas a lê-lo, ou não.
    Uma brincadeira bem descontraída em que debates e temas vão surgindo e se ramificando a cada história apresentada... Cada mês é proposto um tema diferente, como: Livros que viraram filmes, Romances históricos, Livros de Terror, Literatura nacional, Literatura Americana, etc. Sendo a escolha do livro livre (limitada apenas pelo tema proposto) e com um prazo médio de um mês para conclusão da leitura.
    A única regra é não contar o final do livro!
    Para locação de livros da biblioteca é necessário a carteirinha do SESC. Caso não tenham, as bibliotecárias na hora o orientaram.

Dia 29/10/2012 (sempre a última segunda-feira do mês) às 18:30 h
Local: Biblioteca do Senac de Aparecida de Goiânia
(relativamente próximo ao Buriti Shopping): Avenida Independência Qd.23 Lt.04 St. Jardim Ipiranga

Mais informações ligue: 3523-6965


Ajude o MdE

    Convido-os a ajudar o Machado de Eugênio, divulgando-o, mostrando nossos erros e sugerindo temas para nossos textos, podcasts e/ou vlogs. Debata com a gente, comente nossos post, utilize Cbox para se manifestar ou algumas de nossas páginas nas redes sociais (olhar lado direito do blog).


Que seus machados estejam sempre afiados!

Quase poeta


Lerda
Flutuo nessa nevoa entorpecente dos meus pensamentos
Arrastada por essa corrente que gira, gira, gira...
Como essa cerveja quente parada no meu copo.
Com gosto de vômito,
Essa vontade de nada
Querendo coisa nenhuma,
O zumbido dos insetos no teto
Minhas pupilas dilatadas olhando coisa nenhuma.
O lixo acumulando a minha volta
Como os pensamentos e ideias não desenvolvidas
Em pedaços de papel espalhados pelo chão
Poesias toscas escritas por um poeta fracassado,
Que nem sabe o que diz
Nem quer dizer nada,
Fingindo-se de alma torturada para escrever algo,
Olho a vida a minha volta, ouvindo uma musica inexpressiva pseudo rock...
já sabem o que vou dizer,
Tédio...     

O mistério da bruxa verde

Esses momentos interessantes que aparecem do nada, né, Marco? A gente, mais as nossas amigas Jéssica e a Jéssica e a Amanda fomos dar aula de foto-novela pra estas crianças de várias escolas municipais que apareceram na faculdade pra ver o circo da comunicação. Foi em junho desse ano. A gente nem sabia fazer foto-novela, nem mexer com criança, mas demos um jeito de divertir um monte de menininha que quis viver um dia de atriz. E nos divertimos também. Muito, lembro que na hora da edição, eu e o Marco cagamos de rir! Enfim, aqui tá o resultado. Quem fotografou foram crianças da oficina de fotografia, com suas mãos escorregadias e câmeras profissionais. Só fico com pena por não ter creditado direitinho, as meninas vieram, brincaram com a gente e foram embora, simples assim. Espero que um dia elas entrem no Machado e deem de cara com o resultado, porque elas não viram, foram embora, simples assim.
Clique sobre a imagem para aumentar.



O dilema vem da óptica


                Seria admirável se o homem conseguisse discernir bem antes do julgamento de qualquer evento, cotidiano ou extraordinário que fosse, e não só seria admirável como também eliminaria uma boa parte das dores de cabeça que temos. Pegue por exemplo o julgar da ação alheia, estamos muito mais propensos a culpar um terceiro por seus desleixos ou deslizes, mas quando este terceiro é um dos nossos, digo amigo ou familiar que estimamos, daí a conversa é outra, daí tal desleixo, mazela do comportamento do sujeito, toma um caráter muito mais ameno, em alguns casos transforma-se até em um certo “charme”. Pegue por exemplo uma mãe que tem dois filhos, um deles excepcional nos estudos, o outro nem tanto. A atitude da mãe, se protetora, é acobertar este segundo, e para isso vale-se de subterfúgios diversos: “cada um é cada um, somos todos diferentes”, “ele é de um jeito, o irmão é de outro”, “ele não gosta tanto de ler, mas tem muito empenho com os esportes!”; e coisas  assim, quando em qualquer outra criança a atitude seria no mínimo motivo de comentários. O mesmo vale para um desleixo adolescente deveras comum, a desordem, a bagunça, a baderna, a falta de asseio, chame como lhe apetecer.  Esta atitude que acusamos com o dedo erguido e apoiado ainda por uma língua ávida por descarregar censuras diversas, mas conosco ou mesmo com os filhos, estes são os que sempre tem o benefício das asas da mãe, ai não há problema... são tão fofuchinhos...
                Mas a mim o pior são os julgamentos que se baseiam na intuição misteriosa, mágica, da antipatia ou da queda de braço, daí a crítica, que é muitas vezes irracional ou pretensiosa, vira leitmotiv da vida daquele que se sente no direito de vociferar mil e um desaforos, que para ele são verdades... ou, ao menos, ele tenta se convencer disso.
                Somos contaminados pelo rancor leve da incompatibilidade gratuita; parece até que, quando infectos deste mal, nos tornamos insuportavelmente difíceis de ceder, de sermos mais amigáveis ou tolerantes; até mesmo com coisas que nem ligamos tanto, mas que parecem razão dos mais severos ataques quando feitas ou executadas por pessoas das quais não gostamos, ou com as quais temos motivos, válidos ou não, para estarmos desgostosos...
                E disso advém, espero ter sido compreendido, a hipótese de que a culpa, o dilema, o desconforto, vem muito mais da óptica que aplicamos aos eventos do que dos eventos em si.

O Brasil precisa de uma reforma eleitoral


Talvez mais ainda do que as reformas agrárias e tributárias, o Brasil precisa da reforma eleitoral. Esse sistema só perpetua no poder as elites e essa oligarquia mal disfarçada.
É fato que ganha eleição nesse país só o candidato que tem faraônicas verbas de campanha e alianças entre partidos. A soma desse dinheiro de campanha é tamanha que o sujeito leva os quatro anos de mandato para pagar as dívidas, e por vezes até o segundo mandato, que é prontamente ajeitado pelos credores.
Portanto, o primeiro ponto seria estipular um teto, uma quantidade máxima de verba de campanha para todos os candidatos registrados. Dessa forma, o político seria obrigado a conseguir seus votos maneira mais “honesta”, digamos, através de ideias e de debates. É evidente que, juntamente com essa lei, seria necessária uma vigilância muito mais acirrada; mas nem assim poderíamos nos enganar: o dinheiro brota de todos os cantos e para nas mãos destinadas sem deixar rastro.
O segundo ponto seria estabelecer um tempo exatamente igual de destaque para todos os candidatos nos horários políticos gratuitos de televisão e de rádio. É ridículo ver um candidato ter meia hora, jingle, dramaturgia e efeitos especiais, enquanto o outro mal tem tempo de falar nome e número, isso com cortes precisos no início e no fim e sem pausa para respirar.
O terceiro desses pontos seria a proibição de todo e qualquer tipo de sujeira em campanha. Ao inferno com os panfletos, os adesivos, os carros de som, os santinhos e afins. Faça campanha nos meios apropriados e vá atrás de saber mais sobre os candidatos aquele que tiver real interesse em conhecer, e não apenas olhar com a boca escancarada cheia de dentes.
O quarto e derradeiro ponto seria a não-obrigatoriedade do voto. Gente que vota por obrigação, vota simplesmente por obrigação. A retórica é óbvia e até soa mal. Mas essa é a verdade. Deveria votar só quem quer fazer valer sua opinião.

“A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras”. (Winston Churchill).

Um convite Um vídeo Uma congratulação Duas orações Um texto

     A todos residentes da Grande Goiânia, e a quem mais interessar: Convido-os a comparecer no dia 26/10/2012 (última sexta-feira do mês), às 19 horas, no segundo andar da livraria Leitura do Goiânia Shopping, para uma reunião amistosa de debates e conversação sobre o livro A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera.
     Recomenda-se ir já tendo lido o livro previamente.

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     Como eu escrevi o título 14h antes de começar a escrever (devido a uma viagem rápida à Anápolis) não consigo me lembrar qual era a congratulação. Por isto, dedico essa aos aniversariantes do mês, ao ganhador na caneca [que ainda não retirou seu prêmio ¬¬'], aos leitores, ao horário de verão, a quem votou consciente esse domingo e a quem conseguiu mudar minha semana de forma mais relevante: Paolini e Kundera.
     Só torço para não ter esquecido nada de importante...

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¹
     "Proteja-me de ficar sabendo daquilo que não preciso saber. Proteja-me até mesmo de ficar sabendo que existem coisas que não sei. Proteja-me de ficar sabendo que decidi não saber das coisas que decidi não saber. Amém.”
²
     “Senhor, Senhor, Senhor. Proteja-me das conseqüências da oração anterior. Amém.”


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     Será que os dragões realmente existiram?
     Nunca tivemos problemas para compreender o que era um dragão, mesmo quando pequenos: em geral, grandes animais escamosos que voam e cospem fogo. Apesar da grande variação que temos sobre estes seres, conseguimos distinguir com facilidades todos como sendo, ou não, dragões.
     O mais interessante é que a figura do dragão aparece em mitos e histórias de diferentes civilizações ao redor do mundo inteiro, antes mesmo que muitas delas tenham tido contato com outras.
     Como sendo, muita das vezes, o dragão retratado como um ser mistico e mágico, pode-se soltar a imaginação sobre o que seu dragão pode fazer, inclusive fazê-lo pensar que são apenas criaturas mitológicas de sua imaginação. Será que os dragões se uniram na alma dos humanos, por isso não conseguimos esquecê-los completamente?  ;)
     Se sua existência é não relevante, fica a seu critério, mas é importante sempre se lembrar do que eles realmente significam!

     Boa semana!


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Bônus:

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