Julgando-se o juiz de todas as causas?



The way you made them suffer, your exquisite wife and mother, fills me with the urge to defecate! "Hey Judge! Shit on him!"

Todos os nossos sistemas são falhos. Todas as instituições, mecanismos, normas e, principalmente, os seus respectivos administradores. Somos um tanto melhores do que nos tempos feudais europeus, mas, sinceramente, isso é mesmo grande coisa?

E o maior obstáculo é a ideia tão consolidada no senso comum de que é tudo imutável e inacessível. Imagino que isso seja uma das coisas que Kafka tenta transmitir em O Processo: nós nos sujeitamos às mais abjetas formas de violência física, moral, intelectual, e ainda concluímos que essa é a maneira, já que as decisões são tomadas por homens inumamos do alto de inacessíveis arranha-céus invisíveis.

Todo homem deve se apresentar para o serviço militar quando completa dezoito anos. E isso é normal, porque os homens inumanos precisam fazer suas guerras e policiar o mundo e administrar as suas riquezas expropriadas.

Todos devemos justificar as nossas rendas, ser eleitores atuantes, pagar impostos, limpar nossas calçadas, vestir roupas “apropriadas”, porque do contrário seremos marginalizados, excomungados, ostracizados, criminalizados, processados, condenados.

O sistema econômico é burro – além de assassino – e vive dando provas da sua falibilidade. Mas nós devemos nos sujeitar a mínimos salários e vales migalhas e executar funções degradantes e/ou mal valorizadas.

A carga tributária no país é uma das mais pesadas do mundo inteiro. Ainda assim, até a classe C já paga duas vezes por diversos serviços: plano de saúde, escola particular, transporte privado, etc.

Nós somos K., prestes a morrer à mercê da nossa própria estupidez.

O que se ouve de dentro da concha


Quando as estrelas começarem a cair, me diz, me diz, pra onde é que a gente vai fugir? 

Cliquem pra ampliar e vejam o detalhe da roda

Assim morre o último homem. De olhos abertos que vão murchando, secando, o foco pairando por ali, além, e não há ninguém para fechar suas pálpebras. Ninguém que vele choroso pela derradeira lembrança da história de todos os homens que morreram antes.
O tempo, porém, continua. E passa. O sol está se apagando, no que as árvores vão padecendo, no que as chuvas cessam, no que a água salgada torna-se sal e nada, no que a água doce é um rio, então um laguinho, então uma poça e tão logo uma gota, que seca. Ao passo que os dias já duram cinquenta horas, porque desde a gênese terrestre a cada século o dia cresce um milésimo de segundo.
A atmosfera, como aquela velha casca azul, some: a Terra é negra, diria nosso cosmonauta, e gira com barulho, pois no núcleo suas roldanas arranham, as rodas dentadas rodam com dificuldade, visto que lhes faltam graxa, as molas fungam, rijas. Há fumaça que escapa dos poros vulcânicos e vaza para o céu de nada que não está em cima, nunca esteve, mas sim ao redor; e já retrocede.
Tudo tende a juntar-se agora, tudo é ímã.
De repente, as estrelas começam a cair, enquanto o sol relampeja fortemente uma última vez, para então vir a óbito. Apaga-se. Nunca seria uma supernova, talvez na próxima vida, quando as coisas voltassem a se espalhar e afinal os espíritas estavam parcialmente corretos. Outra vida. 
Por fim, o fim que é o 360 grau de um transferidor pronto para se tornar o grau zero, circularmente, ali está o ponto que guarda toda a matéria, louca para se expandir, novamente. Portanto, o faz. Assim, vemos um diafragma, indo e voltando, bem no meio do processo de respirar. O cosmos respira. Por um número macro de vezes tem de dilatar e se reunir até que a fórmula da vida dê certo de novo.
Vê-se pessoas pensando mais uma vez na superfície de um lugar qualquer fluindo no meio da vastidão escura. Vê-se a sombra delas, eclipsadas pela luz de um sol. A maioria das pessoas é feita de pedaços que já integraram planetas, pedras e terra, coisas de natureza não-viva, noutras vezes, noutros ciclos, noutras vidas, mas umas poucas contêm pedaços que foram parte das pessoas de um passado atrás do vaivém da matéria. Uma coincidência que não chega a levar ao sobrenatural: a escuridão é grande, mas a realidade é contida.
Porém foi num dia normal, nesse mundo, com essas gentes e a história delas, que o diafragma fatigado dava sinais de que ia parar de se respirar. Sem que ninguém imaginasse, a realidade passou a expandir ao invés do que por tanto tempo, desde que era, expandia mesmo que para recuar num dia.
Pois num instante de mistério, um estalo na mão do mágico, eu que há tempos estava deveras morto, acordei-me no meio do pensamento interrompido pelo capô do caminhão. Houve um lapso, entrementes. Desgrudei-me de meu réquiem que nunca me pareceu eterno, nem sequer pareceu-me. E se antigamente me sentia tão sozinho, sufocado de corpo inteiro por abraços intangíveis, de repente vi-me dividindo a mente com alguém.
Nós dividíamos pedaços. Dividíamos o tempo e o espaço. Do espelho por onde saía a imagem do meu anfitrião, eu vi seu rosto identificando minha presença através de uma careta agônica e de suas mãos que não paravam de agarrar seu próprio pescoço, como se para tirar a coluna espinhenta de peixe em sua goela, mas que na verdade era eu. Eu dominando-o, vendo seu rosto descascar, a pele desgrudar em camadas grossas que pouco a pouco vão mostrando minha face sobressaindo, dando lugar à sua. Porque estou louco para sair do estado intrauterino, louco para dar conta de vencer a ignorância e saber o que se passou.
O que se passa? Por que tudo que vai agora não volta, como no dia em que a bola de futebol ficou presa no ar quando a chutei? Tenho tantos déjà vu, vejo uma nova cor, por quê?
Por enquanto, eu me perguntava se vivia, as estações mudavam, as televisões transmitiam, o céu parava de crescer, cansado, até que gemeu numa tarde muito, mas muito, amarela, e travou-se. Os cacos do prato se quebrando pararam, as fumaças do chá, da chaminé, do charuto do meu avô, pararam, as partículas de luz também (ficou amarelo para sempre), assim como o carro capotando, o espermatozoide fundindo com o óvulo, os lábios de dois virgens quase se tocando, o fogo do fogão queimando o dedo do menino teimoso: todos os gerúndios jamais terminariam.
Em grande escala, uma palavra que ainda não foi dita por vergonha de usá-la pela enésima vez, o universo, que era uma elipse perfeita em questão de reciclagem, teve dois pontos extremos torcidos para lados contrários, atando um nó no centro. Imagine.
Imagine os últimos homens inertes. Imagine os fins das fábulas, nosso lindo para sempre, começando bem ali. Estático. Silêncio. Infinito. E por infinito entende-se que lá todos os traços paralelos se chocam.

Nota: um dia eu ainda termino essa história ou dou-lhe um começo.


Falemos então da Corrupção


                Dada a atual proporção do tema no estado de Goiás, meu estado, e à situação um tanto quanto já “consagrada” no país, além do meu recente início nos estudos da ciência política, resolvi abordar este famigerado tema. Naturalmente que GRANDE PARTE, não todas, das concepções que aqui serão expostas não são minhas, mas sim teorias de estudiosos do campo.
                Para principiarmos a análise, devemos partir do conceito original da palavra Corrupção: Corrupção, fazendo uma síntese dos dizeres de alguns dicionários, significa deterioração ou quebra de um sistema ou estado funcional. O conceito aplicado à política, ao menos no consenso popular, tem uma significação ligeiramente díspar em relação à etimologia original da palavra. Mas isso não quer dizer que o significado tenha sido atribuído de maneira errada à política, o que ocorre, e esta é opinião minha, é que os conceitos tendem a ficar mais abstratos mediante a sua assimilação e disseminação pela sociedade, de modo que, quanto mais se falou em corrupção na política, mais se fez associações gerais sobre o tema. Por conseguinte, hoje, corrupção é sinônimo de roubos e fraudes, o que não é verdade; embora possam ser associados ambos a este contexto - corrupção e roubo - não se pode dizer que são sinônimos.
                Antes de abordar a corrupção política, pretendo explanar um pouco mais o conceito de corrupção.
                Perceba você, caro leitor. Os que têm conhecimento um mínimo mais aprofundado no funcionamento de computadores, sabem que o processamento de dados se dá por CÓDIGO BINÁRIO, que são os processamentos que se dão através de ordenamentos de padrões 0 e 1. O código é, ao menos neste caso, a linguagem vigente, o computador só consegue ver sentido no que lhe é ordenado, pois o código binário é a língua utilizada. Por conseguinte, tente fazer o seguinte, tente colocar um 2 nessa jogada (ou um -1, que é a teoria quântica), o computador automaticamente entra em conflito, pois não consegue mais enviar os dados processados para os hardwares do computador; ele se corrompe, o sistema fica corrompido. Se o exemplo não atende a necessidade daqueles que têm menos conhecimento no ramo da computação, pense no seu corpo. Se o coração para de bater, não é só ele que para, os pulmões param, o cérebro para... isto dada a uma corrupção do sistema, uma vez que um dos elementos deixou de executar uma função.
                Feita a explanação, talvez alguns leitores venham a se perguntar “e como diabos isso vai descambar em política?”. Sirvo-lhe agora a resposta. Política, tal qual a conhecemos hoje e como ela é executada, se dá através de um “código” maior: Poder. Através de jogos de poder se faz política. O conceito mais aceito para política hoje é justamente este: “Uma disputa pela detenção do Poder”. E é um sistema que daria muito certo se o isolássemos desta forma, mas o contratempo é que um outro código se insere nos jogos da política: Dinheiro. E talvez um dos maiores problemas desta inserção, além da própria inserção, é que se descobriu de maneira quase imediata que dá para se converter Dinheiro em Poder e vice-versa.
                Basta perceber que uma propaganda eleitoral fica muito mais atrativa quando grandes volumes de dinheiro são nela injetados. Basta perceber que dá para se bancar grandes eventos públicos, muitas vezes irrisórios, e que isso gera uma grande satisfação nas massas. E um dos problemas é justamente este, que o dinheiro não brota dentro da sua carteira quando você acorda, e com o político não é diferente, mas a urgência não é atendida pela acumulação própria de capital, então o Estado acaba sequestrado pelas mãos do capital, os políticos ficam dependentes de empresários, banqueiros e outras classes detentoras de poder econômicos. E se o pagamento fosse feito pode ser que estivesse tudo Ok, mas ai ocorre o caminho inverso, os que sedem dinheiro querem como pagamanto Poder. 
                 E a isto dá-se o nome de corrupção. E isto acontece não só nas disputas políticas, mas na própria instituição Estado; um estado sem recursos é um estado sem credibilidade e sem grande poder.
                Daí uns dizem “é, mas da maneira como você está pondo, Ian, não existem políticos honestos”. Existem políticos honestos, mas já percebeu que eles têm muito menos voz? Que têm muito menos alcance? Que são eventos muito mais excepcionais quando estes são eleitos... Políicos honestos não têm tanto dinheiro quanto os desonestos.
                A deficiência política chamada de Corrupção é diversas vezes atribuída à falta de ética, falta de idoneidade, falta de caráter, falta de educação da mãe... e outras razões, mas a verdade é que a corrupção é inerente à política no mundo capitalista, pois ela só fornece mais um meio para a expansão do poder, que é o motor da política.
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Ps: Comentem!

Pós-zumbis 4ª Temporada (3)


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Pisando em ovos, alguns se racham.

                Sinal vermelho, o carro para. O motorista aumenta ligeiramente o volume do rádio, toca um instrumental que ele nunca vai saber que se chama “Marco da Era”, uma música que sem dizer uma única palavra transmitia muito, era do Tom Zé; provavelmente o Estagiário responsável, intencionalmente ou não, seria demitido, onde já se viu tamanho absurdo, nos dias de hoje tocar Tom Zé no rádio. O motorista se irrita com aquela música, “quem foi o estúpido que inventou isso?” pensa ele. Troca de estação, notícias, bem melhor assim, ficar informado sobre os acontecimentos locais e globais era algo muito mais proveitoso. Apesar das notícias estarem a ser discursadas, a atenção dele não está nas ondas sonoras que ecoam, mas em ondas de outra magnitude, está atento a pensamentos. Pensa sobre a tirania, a tirania que sofria, exercida por sua própria carteira, a ganância, a avareza, a mesquinhez, tudo isso parecia tão natural, mas quando se refletia apenas um pouco sobre isso, e nesse caso um sinal vermelho bastou para desencadear o raciocínio, percebe-se como tudo se tornou tão vazio, como o supérfluo tornou-se indispensável, como o trabalho deixou de ser uma satisfação para se configurar em uma forma de tortura de modo que, ao final dela, você fosse “recompensado” para assim poder viver o prazer, que hoje se resumia em gasto. “a vida”, pensa ele, “uma sucessão de absurdos, de sacrilégios, dos quais nenhum de nós consegue se desvencilhar, a não ser pela morte”. O sinal abre. Curiosamente a morte, se tal entidade existe de fato, e se faz como um ser que raciocina,  parecia ter ouvido tal misto de desabafo e clemência, uma vez que, no meio da rua, tendo esperado o sinal verde como todo bom condutor, o carro deste motorista que não sabemos o nome foi atingido por um outro que vinha na rua perpendicular à sua. A última coisa que pensou foi: “a vida é tão miserável que me livrou de seu peso desta maneira tão suja e feia”. O carro que ceifou a vida deste indivíduo era o carro onde se encontravam: Camaleão, R., Albinati, Linda e Fronrel

O poder da mídia na consolidação do censo comum



 Gradativamente, as pessoas vêm abandonando os estádios de futebol. O assunto é fustigado nos meios de comunicação diariamente e não há quem não diga que ir a um jogo do seu time é “arriscar sua vida”.

Pois bem, existem duas caras para esse problema. É claro que o mundo é violento, que os homens são violentos e que um sujeito pode morrer a qualquer hora engolido pelas calamidades sociais - bonito termo, né?. Mas há que se considerar alguns aspectos antes de empurrar goela abaixo este veredito: não saiam de casa!

No caso específico das torcidas organizadas, chegam ao cúmulo de tentar fazer crer que essas pessoas são psicopatas sociais e declaram que elas deviam ser exterminadas do mundo. Esses juízos precipitados é que vão acabar com o homem. Quando considerarmos pena de morte como solução para os nossos problemas, o estado natural de lobos e monstros e o que quer que seja vai defecar sobre nossas cabeças a morte e a miséria de espírito.

Porque é bem verdade que a televisão (e até mesmo o rádio, em certos aspectos) tem interesse na diminuição dos públicos de estádios. O pay per view e os contratos de direito de transmissão de partidas, atualmente, são uma das maiores fontes de renda dos clubes. E essa é uma aritmética de fácil compreensão: menos gente em estádio, mais gente querendo acompanhar os jogos do sofá.

Não posso afirmar que há uma campanha declarada da televisão no extermínio do hábito de frequentar estádios, mas a possibilidade existe e é grande. E uma forma de caminhar para esse sentido é apelar para o consenso de que o futebol é um meio contaminado pela violência inibidora e onipotente. (Isso sem falar dos contratos que determinam jogos das dez à meia noite numa quarta-feira. Um horário apropriado para qualquer pessoa sair de casa?)

Os indivíduos que morrem nesse tipo de conflito estão, em esmagadora maioria, envolvidos nas estúpidas rixas sangrentas e no crime propriamente dito. As pessoas “inocentes” (como adoram dizer por aí; inocência, inocência...) que morrem são casualidades que acontecem em qualquer meio e lugar do mundo. Existem maneiras para evitar, na medida do possível, é bom que seja dito, as consequências da violência.

Parece ser opinião geral que a medida certa é ostracizar os culpados. Digo que não e não acho que vão conseguir mudar minha ideia a respeito. Porque o nosso meio de vida cria os bandidos, marginais, vagabundos, vândalos e homicidas. Nós os criamos. E agora devemos matá-los?

Obviamente existem problemas. Mas a questão é solucioná-los. Não sentar em frente à televisão assistindo ao ostracismo e à mídia sensacional.

Gerador de (cpf? rg?) roteiro para cinema (!)

Hoje vou ocupá-los com mais um texto vulgar de minha parte! O fato é que a muito não participo de uma boa briga ou debate. Como gostaria de achar alguém para batalhar fervorosamente em palavras, de forma horizontal... Mesmo que seja sobre religião — que é um tema que já muito me entedia... Lamento!
Mas enquanto isso:

    Resolvi assistir todos os filmes (sem ser de animação) da DC Comics e da Marvel de uma vez e que decepção que eu tive. Odiei praticamente todos. Para falar a verdade eu nunca gostei muito deles apesar de gostar de algumas de suas histórias (quando eu olhava-as nos quadrinhos), pois por algum motivo sempre tenho a sensação  de que eles estão querendo me vender alguma coisa.
    Me parecem que querem me envolver e me distrair com um show de efeitos especiais, muita ação, movimentação, brilhos fortes na tela, tiros etc. Soa, para mim, muito artificial, de modo que a essência da história é apenas um empecilho para que as explosões continuem. Mas com certeza o que mais me deixa entediado é o estabelecimento de um bem e um mal, de modo que você deve amar o lado do bem, que sempre se concentra e se resume em um único ser, ao qual você deve declará-lo seu herói, seu ídolo, seu consumo de vida, alguém que você gostaria de ser em suas fantasias [alguém que coincidentemente sempre é um americano (estadunidense)].
    Só que isso deu certo até demais e hoje temos uma Hollywood especialista em catarse, em te fazer chorar em filmes de cachorros, em te fazer ficar entusiasmado em grandes produções de efeitos especiais, em te fazer rir com comédias românticas dos opostos que se atraem, em te fazer torcer pelos musculosos extremamente violentos que lutam por uma boa causa, em te fazer se apegar com personagens em crise existencial, em te fazer ficar curioso para saber como salvarão o mundo (...), em filmes envolventemente roteirizados!
    Super produções de merda!
    Por mais que soe artificial, o cinema europeu é o que eu chamaria de continuador da arte cinematográfica, a evolução daqueles filmes mudos do século passado, em que a história ganhava vida de forma tão esplendida, a qual a atuação dos atores tinha que ser impecável cujas expressões faciais e os gestos eram tão perfeitamente executados que todo o sentimento e tudo que se queria transmitir não necessitava de palavras. Sendo dito (escrito) apenas os mais essenciais dos dizeres na tela, que por causa disso muita das vezes eram metáforas e filosofias. Sem contar as trilhas sonoras orquestrais que ajudavam a transmitir o drama da cena.
    Apesar de ainda não ter assistido o filme O Artista (ganhador do Oscar 2011), este pode ser um bom exemplo para se falar "salve as exceções" (ou não).