Moinho de v e n t o

     Gira, Gera, Gora
     Roda sem parar a livre vontade do vento
     Gerador que moi, armazena e alimenta
     Mutante inspirador de loucos
     Gigante caolho uivante

     Se não fosse o projeto do porco
     a revolução não teria um simbolo
     e a fazenda não teria um nome

     Já no alto da montanha é um arranha céu
     Com final feliz ou infeliz? Ator sem papel!
     Não tão longe que não se possa ver seu detalhes
     Não tão perto que se possa tocar
     Não no impossível

     De cima, no ápice, um horizonte alcançável
     O quadrado do raio da terra é
       (a soma do raio terrestre com a altura da edificação) ao quadrado
         mais a raiz do alcançável a suas vistas à quarta

     Um mesmo objeto
     Sem um único objetivo
     Um concreto
     Várias abstrações
     Um coração morto de almas múltiplas
     
     Obrigado aqueles que fizeram esses ventos me levarem
     Ancião contemporâneo ARNO das minhas pequenas grafias
.

Pós-zumbis - FINAL


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NOTA DO AUTOR:
Após pouco mais de um ano de série, salvo os interstícios, digo que basta, já escrevi o que havia para ser escrito. Houveram momentos altos, momentos baixos, alguns atrasos, mas a série que me propus a escrever está escrita. Termino-a hoje. Perdoem-me os erros de roteiro e os atrasos, são contratempos advindos da minha primeira experiência como escritor de ficção de longa duração. Aos que até aqui vieram digo obrigado, obrigado pela paciência e perseverança por acompanhar uma série que sei que em determinados momentos foi desmotivadora, mas creio que agora, ao final da jornada, o saldo tenha sido mais positivo que negativo. Sem mais delongas: PÓS-ZUMBIS!

FIM
 
                Sim, andamos muito. O que, a priori, parecia ter muita importância, com o passar da história se mostrou dispensável, outras coisas seguiram o caminho inverso. Mas aqui estamos, acompanhamos Fronrel e todos os outros até aqui, a derradeira hora. Posso dizer, como narrador, que estou um pouco desconcertado por agora terminar minhas obrigações sem saber o que fazer a seguir, mas não lhes importunarei mais com esta epopeia que já tem testado a paciência de todos. Por qualquer equívoco que eu tenha cometido, desculpem-me. Mas deixemos de lado os abstratos e partamos para os concretismos.
                E terminamos o diminuto texto anterior com a convicta afirmação de Fronrel de que ele não renunciaria a disputa. Sai com um sorriso triunfante da sala. Ao se dirigir à porta, sente um estranho desconforto causado pela sua visão periférica, olha novamente para o Governador, nada de atípico. Segue seu caminho, qualquer segundo a mais naquela sala seria apenas perda de tempo. É encaminhado novamente para sua cela. Deixa-se levar, tinha um ligeiro medo de uma tentativa de assassinato em virtude do desespero do Governador, mas se não o mataram até agora, pode ser que tivesse ao menos esta noite de sono. Deita-se sobre o lençol sujo da cama que tem ocupado nos últimos seis meses. Agora, à véspera da disputa eleitoral, recapitula seus passos até ali galgados. Pensa naqueles que perdeu; pensa naqueles que crê, com base nas garantias do Governador, estarem salvos; pensa nos lugares em que esteve e nos tetos sob os quais dormiu até chegar ali; tem ligeiras memórias da janela de tempo entre sua “lavagem cerebral” e o acidente de carro que o fez despertar daquele looping. Sente vontade de casar, não casar propriamente, mas de ter alguém para chamar de “minha”. Pensa também em seus pais, em como lho rejeitaram e, ainda sim, sente saudades. Pensa até mesmo em seu irmão, que foi o primeiro em quem percebeu esta mazela que acometeu grande parte da sociedade, e pensa em como o matou. Pensa em tudo. Pensa

Os dragões não conhecem Alto Paraíso


Ele não estava sozinho na multidão dos pequenos objetos mortos que pendurava no pescoço numa sobreposição colorida de cordões e coquinhos, tudo embaraçado em seus longos e duros e torcidos cabelos de medusa. Ele variava os pés nos passos marcados que até hoje podem ser vistos, solitários, desenhando um ziguezague entre os rochedos da trilha da velha cachoeira. O sereno ainda caía, porque era manhã recém-nascida e o mato cinza cheio de marcelas ia sendo penteado pelos dedos sujos de tabaco do viajante, ele.
Num segundo sedento por água, a cidadezinha lhe apareceu à frente. Tinha no chão as gentes de todas as décadas que não fossem esta; tinha no céu os círculos alaranjados vindos dum lugar mais longe do que aquele além da trilha da velha cachoeira. Sabia de cor o labirinto das poucas ruas e seguiu pelo conhecido caminho tão reto, tão perto, até a casa. A casa tinha a porta da frente aberta, assim como ele havia deixado quando saíra, dias atrás, para que entrasse o vento que mataria o mofo abafado dos quartos trancados dos viajantes que vão e se demoram.
Sim, a cidadezinha tinha ladrões, mas a casa não tinha nada para se roubar. Tudo o que o viajante tinha cabia e já estava bem guardado na sua mochila. Na casa, ninguém o esperava, só a janela. Porém a janela não era ninguém, apesar de servir-lhe também como companhia para olhar o namoro dos adolescentes tempo e mundo, de mãos dadas lá fora, na rua.
O viajante chegou em casa; ainda assim viajava, pois nascera na terra dos homens que vão perdendo a vontade de ter nascido. Dormiu num canto, sobre o chão que não era mole ou sequer duro desde quando seu corpo se conformou com o desconforto, e acordou se lembrando da terra dos homens que vão perdendo a vontade de ter nascido. Sentia agora mais forte que nunca a força do elástico puxando-o de volta para o berço e notou uma saudade, daquelas saudades que não sabemos do quê, bem na frente do seu pé, atrapalhando seu caminhar. Foi assim que a janela aconselhou numa ilusão de seus monólogos que a hora era meio-dia e era hora de ir embora, deixar de ser viajante, pingando de canto em canto, tentando achar o lugar a que pertence, fingindo desconhecer que a geografia da sua vida ditou bem clara que deveria viver para sempre na terra dos homens que vão perdendo a vontade de ter nascido.
E sua vida ia pacata, ele sabia, feito um conto que não acaba e só descreve um dia-a-dia cansativo de uma personagem cuja história, do nascer ao morrer, careceu de clímax. Sob a unha que coçava a barba rala, via o gelo da fina crosta nevada envolvendo sua pele de superfície de freezer, porque, ele sabia, seu coração era um refrigerador. E via nascer no cocuruto fios de cabelo brancos a cada vez que trocava olhares de mútua súplica por amor com pessoas que ele se cruzava na rua.
Já era velhinho então quando decidiu voltar para a terra daqueles homens que, feito ele, também tinham vontade de não ter nascido jamais. Soprou a gaita naquela manhã, tomando de desjejum o ar das notas que se chupa, visto que sua miséria não lhe permitia o luxo da comilança diária. Foi quando começou a reparar nuns espectros no canto dos olhos, com forma humana e tudo mais. Eram pessoas, mas que surpresa! E eram pessoas que ele via todos os dias e não reparava até então. Elas fariam falta, droga, como fariam. Vieram as lembranças dos dias bons, bem comprimidas e empacotadas nos frágeis e invisíveis souvenires que o viajante foi recebendo depois de cada abraço de despedida. Afinal, existiam pessoas, existiu clímax, como na vez em que uma delas, uma amiga, ora!, virou e perguntou:
Posso te dar um abraço?
Claro, mas, por quê?
Porque toda vez que alguém morre, eu sinto um trem ruim, como se eu tivesse perdido a oportunidade de ter abraçado ele quando ainda tava vivo. Sabe?
Bem, não sabia. Não sabia até o momento de despedida. Só não podia abraçar a cidade, nem suas nuvens, embora voassem baixinho, quase ao alcance de suas longas mãos. Foi embora. O caminho que tomou era um asfalto cuja dureza impedia que se formasse um rastro poético igual ao que até hoje se pode avistar saindo em ziguezague da velha cachoeira. E nisto, teve a impressão de que não saberia como voltar para aquele lugar, um João sem Maria e sem as migalhas de pão trilhando o rumo da casa que deixou para as bandas de lá. De fato, perdeu-se para sempre. Teve outra impressão também muito precisa, a de que tinha deixado outro onde a que pertencia e a partir de então estaria amarrado numa saudade de sempre estar do outro lado. Sentiu um elástico puxando-o em direção à cidadezinha enquanto o elástico da cidade grande começava a relaxar, conquanto ainda sentisse duas pressões contrárias, forças prontas para partir seu corpo ao meio. 
Era o fim. Morreria, pensou. E nem tinha janela para lhe dar bons conselhos. Tinha um espelho, ia mudando ao passo que voltava ao mundo dantes. Raspou os cabelos de medusa e trocou os penduricalhos do pescoço, a bata folgada, as sandálias, por limpas e cheirosas mudas de roupas, um sapatinho de cadarço, uma medalhinha de São Jorge. Mudou até o nome, variando a sílaba tônica para aquela com que lhe chamavam na terra dos homens que não têm vontade de... bem, já sabemos, porra.
No mesmo  processo das famosas bonecas russas, de onde sempre saem de dentro bonecas menores, o viajante tirou a mochila das costas e tirou da mochila uma sacola. Da sacola, tirou um caderno e dele tirou uma folha. Uma folha que, sem casulo, metamorfoseou-se num pássaro saltitante cujas asas tiveram de ser rapidamente recortadas por causa de sua vontade de acompanhar os círculos alaranjados no passeio através das nuvens da cidadezinha que ia ficando para trás.

Pós-zumbis 4ª Temporada (8)


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            E como água os dias vão. “Como água” é um modo impreciso de definição. Como uma cascata. Os dias passam, a campanha prossegue. Após aquele descuido relacionado à tevê, na qual Fronrel teve uma leve brecha para acompanhar fatos do mundo exterior, só ocorreu semelhante caso uma única vez. Foi por volta do mês quarto da campanha, no rádio, desta vez. No qual teve um ligeiro trecho de uma notícia sobre uma revolta que estourara no centro da cidade; não soube o que reivindicavam ou contra o que lutavam, mas ficou satisfeito. As pessoas pareciam estar despertando.
                E sim, o leitor não leu errado. Passaram-se exatos quatro meses desde o início da campanha. E agora pularemos mais dois. E alguns podem dizer “nossa, mas o narrador está omitindo muito, está cortando muitos trechos da história”. E sim, talvez eu esteja, mas digo-lhes, faço unicamente pensado em vocês, leitores. O que se deu nestes seis meses foi uma sucessão de mais do mesmo em todos os aspectos. Nada além da já conhecida rotina de Fronrel: Estúdio, cela, revisão dos discursos, expectativas e, vez ou outra, algum chamado para um ligeiro interrogatório com o Juiz... nada além, nada que valha prestação de contas minuciosa.
                Enfim, basta dizer que ainda voltaremos no passado uma única vez, afinal, creio que todos querem saber o que sucedeu ao outro núcleo da história: R., Camaleão, Albinati e Linda. Mas não o faremos agora

Smoke underwater - 1


     Sente o vento da tarde batendo em suas costas enquanto fica debruçado sobre o poço observando seus pensamentos refletidos naquela água estática e de profundidade infinita ao seus olhos quando de repente avista o sol refletido naquela superfície fluida. Mas está nublado. Fumaça surge do sol. Sua pele agora queimada, devido ter subestimado o poder da estrela num dia de muitas nuvens agora clama por refresco. Fumaça sob a água. Resolve verificar, descendo o poço, como Alice adentrando a toca do coelho, mas desastrosamente escorrega e chega ao seu destino através de uma queda.
     Splash!
     A água de forma vívida se afasta do epicentro dando forma a um circulo perfeito e depois se volta inteiramente contra esse mesmo ponto fazendo saltar uma única gota de ressalva para cima. Essa gota então mergulha atrás de quem causou tamanha pertubação inicial, mas subitamente entra nas guelras de um peixe-espada.
     !hsalpS
     Uma forte luz se emana do fundo, entretanto quanto mais perto se chega mais fraca se torna. Apenas um cavalo marinho ao lado de uma fogueira; mas não um cavalo-marinho de barbatanas e com aparência de um mini-dragão e sim um grande equino com guelras...

     — O que faz aqui? — questiona o quadrupede aparentando espanto.
     — Conheço você? — disse o pobre humano que se assustara ao ouvir o animal falar e posteriormente ao ouvir sua própria voz embaixo d`água, mas que resolve se preocupar com isso mais tarde.
     — E importa? Você já está grandinho demais para voltar ao fabuloso mundo das fábulas. Você não é mais um fabulista! Se retire imediatamente daqui. Seu tempo já passou. Se não aproveitou sua infância direito a culpa não é minha se preferiu ficar de frente a uma televisão. Saia e nunca mais volte! Os portões estão selados para você.
     — Oi? Mas... mas... O que está acontecendo aqui? Estou sonhando? Devo de fato estar. Como seria possível fogo debaixo da água ou um cavalo falando ou mesmo eu respirando submerso?
     — É exatamente por isso que você não é mais bem vindo aqui. Por que não posso acender minha própria fogueira? Não é por falta de oxigênio, pois se não os peixes não respirariam; Combustível temos de sobra, pois muitos navios já naufragaram por aqui, sem falar do petróleo; E como pode ver, há muitas pedras que possamos atritar , mas tudo agora é motivo para questionamentos e contestações e regras e... já basta. Não deveria sequer trocar uma palavra com você. Você já foi corrompido e cada pessoa só ganha uma bola dourada na vid-.

     Sentiu apenas um beliscão no braço e um forte impacto na nuca e desmaiou, só acordando depois sabe-se lá quando numa praia, como um naufrago e desmaiou novamente. Acordou novamente em cima de uma árvore, mas desta vez era um local conhecido, era a árvore que fazia sombra no poço ao começo de cada manhã, e ao acordar quase que despenca, mas se segurou firmemente no galho.
     Seu pescoço ainda doí, mas muito mais que confuso, está cansado e resolve ir dormir, afinal tem uma festa para ir a noite. Caminha lentamente até sua casa ignorando tudo, futuro, passado e presente. Apaga. Luz acesa. Sem sonhos. Um despertador. Nenhuma pilha.15.16.17.18.19.19:30. Alô?
     O celular tocara mas era engano. Que sorte! Queria acordar exatamente as sete e meia para começar a se arrumar. Levanta. Alonga. Toalha. Banheiro. Chuveiro. Toalha. Escova de dentes. Barbeador. Guarda-roupa. Aslan? Roupa. Perfume. Chaves. Vamos nessa.
     Adoro churrasco.


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    Bem gente, hoje tem reunião na biblioteca, mas não poderei ir por causa do vestibular da federal e como o tema é/era contos brasileiros, acho que acabei empolgando.
    Meu conto já é pequeno, mas vou ter que dividí-lo em duas partes, porque estou cansado demais para finalizá-lo, devido a primeira parte do vestibular que tive que fazer ontem (domingo). Minhas desculpas.
    Gostei de reviver a experiência de trabalhar elementos simbólicos. A muito não mexia com isso... :)
    Bem, me desejem sorte com minha redação amanhã e com as provas de física e matemática (estarei batalhando das 13h ~ 18h).
    Abraço a todos e até semana que vem.

Holofotes. Parcialidade


                 Nossa querida Xuxa se mostrou diferente do habitual em sua última entrevista. Sem crianças ao redor e com uma voz menos melosa (mas ainda sim chatinha). Falou de abusos que sofreu durante a infância, em vários momentos e com diferentes pessoas. Falou também de seus relacionamentos e de sua dificuldade em arranjar um parceiro. Well, vamos chafurdar um pouco mais fundo nesta matéria que o Leviatã da televisão (a Globo) nos serviu.
                É curioso, em primeiro lugar, que estes diversos assédios nunca tenham vindo à tona. É também ligeiramente curioso, e agora meu lado conspiratório emerge, que tenham vindo em uma matéria “ultraespecial” e “ultradivulgada” na Globo em um período com complicações políticas tão grandes, como o novo código florestal, escândalos da operação Monte Carlo e algumas novas descobertas relacionadas ao “Mensalão” de 2005. Vale lembrar: uma EXCLUSIVA cedida pela apresentadora. Parece-me conveniente esta repentina guinada nos holofotes. Mas como eu disse, são apenas devaneios conspiratórios.
                Também não é curioso que ela, tendo sido abusada enquanto criança e dizendo-se perturbada por tal ocorrido, tenha gravado um filme erótico (não pornô, faço a ressalva em prol da confusão de muitos) em que aparece em cenas libidinosas, para não dizer sexuais, com uma criança? Algo que, naturalmente, não foi citado em momento algum na entrevista. Também é curioso que ela dê tamanho alarde para o fato de ter sido abusada e depois diga: “mas não me lembro muito bem”. Ela pode até não se lembrar tanto, isso ocorre com alguns tipos de trauma, mas então qual a razão para tal alarde? Justiça ela não clama, e muito provavelmente a sua declaração não vai interferir nos números de ocorrências deste tipo de crime. Portanto, porque querer os holofotes voltados para si?
                Outra ponto no mínimo controverso da entrevista foi a declaração do pedido de casamento do Michael Jackson. Não duvido que o fato tenha ocorrido, pode até ser verdade. Já correram declarações de que o Michael, em certa época, procurava uma mulher branca, loura e de olhos claros para ter filhos; mas novamente é a declaração da Xuxa que trás à superfície a parcialidade da entrevista: “Obviamente minha resposta foi não. Eu fico com a pessoa que eu me apaixono, né”. E, tendo citado os relacionamentos que teve com Pelé e Senna, porque então não citou seu relacionamento com Luciano Szafir? Que é, inclusive, o pai da filha dela? Vai saber.
                Enfim, só queria expor determinados pontos que são, no mínimo, estranhos. O alarde que o “show da vida” aprontou para a divulgação da entrevista mostra pelo menos dois posicionamentos: Ou estão querendo desviar a atenção de algo trazendo os holofotes para uma entrevista apelativa, ou estão desesperados por audiência (que de fato vem caído muito, o Fantástico, neste mês, em alguns Domingos chegou a ficar em quarto lugar na audiência, o que para um programa tão tradicional é um pouco desconfortável).
                Devemos tomar cuidado com bombas soltas assim.
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Ps: A "pornoxanchada" que tem a cena sexual entre a xuxa e uma criança chama-se "Amor, estranho amor". A apresentadora conseguiu que a distribuição do filme fosse proibida, de modo que hoje só é possível encontrá-lo na internet (ou algúm beco muito obscuro).
PPs: Semana que vem tem dobradinha de Pós-zumbis (quarta e quinta), sendo na Quinta o texto final da série.