Spoiler

       Neste domingo sai mais um podcast!
       Poderão ver que estamos evoluindo e estamos fazendo esta bagaça cada vez melhor!
       Ouçam e acompanhem! =P


Deve ser legal, né? Filhos da puta


                Como pode ter tanta gente escrota no mundo? “Lá vem o Ian de novo com esse papo...”. Sim, caro leitor, só que, como disse o capitão Nascimento, “Agora é pessoal”. Eis que acordo segunda-feira (01/08) para ir ao colégio, nada de mais, exceto pelo fato de não haver aula, as aulas começavam no dia 02 e eu havia me esquecido. Mas ok, volto pra casa, isso não era algo que arruinaria meu dia. O me irritou profundamente se mostrou quando cheguei em casa. Eu havia acordado para ir à aula e não tinha visto meu gato, algo que não é tão incomum assim, já que gatos vivem andando por ai, só o vi depois que cheguei em casa, a cena foi extremamente... Eu não sei a palavra, mas é um misto de ódio e urgência. Em um dos “passeios” do meu gato, algum filho da puta que não tinha o que fazer em casa, pois a mãe estava sendo arrombada lá, havia pego ele e encheu o pelo dele de ÓLEO DE MOTOR. Agora eu te pergunto, caro leitor: QUEM MOTIVOS O FDP TERIA PARA ENCHARCAR UM GATO COM ÓLEO DE MOTOR A NÃO SER PURO SADISMO? Se bem que dever ser legal né? Eu quero experimentar um dia, pegar esse tipo de gente e ligar uma mangueira de óleo na boca dela(s) até começar a vazar pelo c*.
Peguei o gato e levei até um pet-shop próximo aqui de casa. Pra variar um pouco minha sorte, eles não davam banho em gatos, então me contentei em comprar um desintoxicante (já que gatos lambem o pelo com muita freqüência) e voltei pra casa. Well, eu mesmo dei banho nele, e vocês devem ter uma noção da calma que gatos têm para tomar banho. Depois dei o desintoxicante e agora ele está ali deitado, até ontem eu ainda estava um pouco preocupado, mas acho que está tudo certo.
                E é ai que fica a dúvida: Porquê existem pessoas tão filhas da puta? Será que não param NEM POR DOIS SEGUNDOS pra pensar antes de fazer as coisas? Será que sou eu que busco sentido de mais nas coisas? Não, acho que não.  Definitivamente, esse tipo de gente merece o pior dos castigos. Fazer mal a um animal sem a menor capacidade de defesa por mero sadismo? E o pior é que esse tipo de gente está espalhada aos quilos por ai, tanto os sádicos quanto aqueles que não pensam no que fazem, estão espalhados como um vírus.
                É igual aquele pessoal escroto que fica, por exemplo, passando uma vareta nas pernas de uma rã pra ver quantas vezes ela consegue pular, ai esta pessoa, insatisfeita com o sucesso da rã, resolve passar duas vezes muito rápido, só pra machucar a coitada da rã. Vá tomar no c*, que merda de pessoa é essa? Se existe alguma justiça nas coisas, esse tipo de gente tinha que ser acorrentada e chicoteada. Deve ser o mesmo tipo de gente que ri das Video-cassetadas dos programas de Domingo. Existe humor mais retardado e apelativo? Vamos supor, por exemplo, que meu gato tivesse “merecido” o castigo, vamos dizer que ele tenha tentado roubar um pedaço de carne. A pessoa bater no gato para afugentá-lo é uma coisa, agora imobilizá-lo (esqueci de mencionar umas marcas que ficaram nas pernas dele, aparentemente amarraram as pernas dele, ou coisa assim) e encharcá-lo de óleo? Qual o Sentido?
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Ps: Este post era um mero desabafo.
PPs: Agora temos Google+ pessoal! Para acessarem ele, cliquem no balãozinho do G ali em cima. Entrem tbm nas nossas outras ramificações Around the Web.

Pós-Zumbis 2ª temporada(2)

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Será que as coisas já chegaram a ser diferentes?

                Eles saíram da lan-house. A garrafa de Jack Daniel’s já estava vazia.
                _ E então? – Perguntou Choreilargado
                _ Bem... Não sei... – Fronrel estava pensando nos seus pais, havia muito tempo que não os via, nem sequer sabia se estavam vivos. – Você tem telefone ai?
                _ Perdi o meu algum tempo atrás.
                _Bem... então acho que é isso, me dá uma carona até o meu pessoal?
                Voltaram ao carro. Seguiram viagem.
                _ Eai, como tem sido a vida? – Perguntou Fronrel
                _ Uae, man, sabe como é, muito trabalho, pouco sexo. Tirando o fato de que agora eu posso morrer “trabalhando”, continua a mesma coisa.
                _ Uhn... Faz sen...
                _ Se bem que eu já podia morrer trabalhando, na verdade a gente ta sujeito à morte a todo tempo. É, no fundo não mudou muita coisa. E pra você?
                _ De certa forma está melhor.
                _ Melhor?
                _ O mundo era um saco, nada de novo acontecia, sabe como é? Iamos estudar, trabalhar, comer pizza no domingo, jogar uma cantada naquela menina mais ou menos bonita e mais ou menos interessante que morava na quadra de cima. A vida não tinha emoção. Agora é diferente, temos objetivo, temos reais temores, temos razão para tentar continuar vivendo. Já pensou nisso? Todo santo dia fazer as coisas por ser mandado, por ser “condicionado”, agora não.
                _ É um ponto de vista interessante.
                _ Por mais que seja, não muda a maneiras como as pessoas, que “sobreviveram”, por exemplo, se sentem. Um “estilo de vida” foi partido ao meio e sem aviso prévio, as pessoas não encaram esse tipo de mudança positivamente, independente da mudança em si, não é a “qualidade da mudança”, é simplesmente o fato de ser uma.
                _ Mas então você não quer que as coisas mudem?
                _ Acho que a questão não é bem essa. O ponto é que agora temos a chance, se as coisas estiverem tão ruins como eu penso, e de certa forma até gostaria que estivessem, de reescrevermos a história, de fazer a coisa do nosso jeito. Ou não né, dependendo de quem esteja vivo isso pode ser um problema.
                A rua estava praticamente deserta, até que, em um cruzamento, um ônibus com um monte de sirenes e alarmes disparados passou pelo carro onde estavam. Quase os acertou, inclusive. O ônibus entrou com tudo em uma construção e explodiu, ateando fogo ao prédio. De repente ficou aquele silêncio, tanto entre eles quanto no ambiente, até que eles apareceram, e eram muitos. Muitos. MU-I-TOS mesmo. Eles se olharam, não os “muitos”, os protagonistas, tensos. Eles poderiam ter virado o carro com rapidez e ido embora pelo exato caminho pelo qual vieram, mas não fazia o estilo deles, e alem disso o carro era supostamente “preparado” pra esse tipo de situação, era hora de por à prova aquela obra peculiar de engenharia automobilística.
                É importante fazer agora o que, por descuido, não foi feito anteriormente: A descrição um pouco mais detalhada deste veículo. Era um carro tipo Gol GTS, abriram um teto solar na sua lataria, aonde foi fixada uma metralhadora; o capô do motor foi retirado, na frente do carro colocaram uma armação metálica em formato de seta (>) assim qualquer objeto atropelado seria jogado para as laterais. Na lateral foi desenhada, à tinta, uma inchada e, por fim, foi adicionado um dispositivo que joga óleo na pista, a partir do porta-malas do carro, não se sabe bem pra que, mas fez-se.
                _ Certo, Fronrel, sobe no banco e firma na metralhadora, não economize.
                Choreilargado abriu uma segunda garrafa de Jack Daniel’s, bebeu um gole prolongado direto da garrafa. Ligou o som do carro. Brain Damage – Pink Floyd. Acelerou.
“The lunatic is on the grass...The lunatic is on the grass.”
                Os zumbis perceberam as presenças. Deixaram de seguir para o prédio no qual o ônibus havia entrado e vieram em direção ao carro. Fronrel começou a disparar, disparava sem parar. E gritava como um louco.
“Remembering games and daisy chains and laughs.Got to keep the loonies on the path.”
                Um, dois, três, quinze, vinte foram caído, uns atropelados, outros massacrados pelas rodas do carro e alguns pela metralhadora que não descansava. Quando entraram na “nuvem” de zumbis, Choreilargado abriu as comportas de óleo.
“And if the dam breaks open many years too soon And if there is no room upon the Hill”
                Foram abrindo caminho entre os zumbis, tal qual Moisés e o mar vermelho, mas em vez de um cajado e a ajuda do bom e velho Deus, usavam um carro e uma maquina que cuspia pólvora, barulho e chumbo. Ao saírem da nuvem de zumbis a “passagem” se fechou, Choreilargado fechou as comportas de óleo. “Agora saca só”, ele disse. Choreilargado parou o carro, pegou um cigarro e o acendeu, deu um único trago para a que a brasa pegasse consistência e o atirou no óleo... Aquela expectativa, aquele momento delinearmente cinematográfico do cigarro girando levemente no ar até encontrar seu destino, aquele momento que não dura mais que dois segundos, mas que, pela expectativa, parece demorar pelo menos alguns minutos. E... O óleo não pegou fogo.
                _ What?!
                _ Oh droga, CORRE!
                E assim, Choreilargado voltou pro carro.
“And if your head explodes with dark forebodings tôo I'll see you on the dark side of the moon.”
                Tentou dar partida, uma, duas vezes. O carro não ligava.
                _ FUDEOO! – disseram em uníssono
                Desceram do carro, pegaram as malas, o Jack Daniel’s e, no mais poético dos termos bélicos, bateram em retirada.

“I can't think of anything to say except...I think it's marvellous! HaHaHa!”
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Ps:Já viu o nosso vlog?
PPs: Pode não significar nada pra muita gente, mas para os músicos com certeza foi uma grande vitória! Não é mais obrigatório ter um registro na OMB!
PPPs: Em função de uma mudança de "turnos" aqui na Administração do blog, as postagens de pós-zumbis sairão, a partir de agora, às quartas-feiras. 
Comentem! Vlw!
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PARA VEREM UMA IMAGEM DESTE EPISÓDIO, BASTA "ENTRAREM" NO POST.

Carta aos bigodes mui pretos em cima de sorrisos mui extraterrestres



Caro senhor vaqueiro,

Como tem estado? Passei os últimos dias com lembranças teimosas na cabeça. Daquelas lembranças sensoriais demais, que têm cheiros, sons e comichões espalhadas pelo corpo; elas vêm, se vão, voltam, somem, dão lugar a outras, gritam e eu me rendo. Mas espero que tenha estado bem.
Suas botinas duras, repletas de barro e impiedosamente surradas estão aqui. Assim como as cabaças amigas e velhas e os chapéus, bonés e toucas que se puseram por longos anos a mistificar sua careca vistosa, mas nem um pouco grisalha. Tudo isso está aqui e tudo me traz à mente imagens de um campo vasto, de animais robustos, ventania calmíssima, céu limpinho e canto de curiós.
Eu sinto falta, sinto muita falta de como era antes, de poder correr até o senhor atrás de conforto ou simplesmente calor. Falando nisso, nunca senti tanto frio, acho que não sou só eu, mas só posso falar por mim. Entende? Claro que entende.
Mas um belo instrumento é o acordeom, não é? Sanfona, como a gente costuma chamar por aqui. Pena que o tempo trouxe fadigas pra ti, e trouxe pra mim, dessa maneira. Tenho vontade de aprender a tocá-lo, como se fosse um jeito de estar mais perto. Mas você, cansado e decidido, já me ensinaste a afinar a meia dúzia de cordas de um velho violão; basta, pra mim, que eu carregue isso como um legado, uma herança, um orgulho indizível.
Outro dia descobri que não é possível encontrar outra pessoa como você. Sempre soube, mas a cada dia que passa, um pedaço maior de certeza me acerta na cara. Por que é que me permitiram estar tão curto tempo ao seu lado? Vai saber...
É sorte desse tal deus eu não acreditar muito nele. Porque, se eu acreditasse, ah, ele se veria comigo. Tanta gente ruim por aí, tanta lesma e erva daninha no jardim celeste, e ele fica se ocupando em dar doença para gente bacana e de valor como você? E depois ele vem me falar de pecado e que coisas ruins, só com O coisa ruim. Acho que isso não passa de crise de identidade: ele é O coisa ruim. Tudo bem, tudo bem, eu não acredito nele, mas não tinha ninguém mais pra xingar...
Quero te contar dos meus dias, das minhas descobertas, dos meus medos e daquelas tantas coisas que ficaram pra sempre aqui, entaladas, quando foi embora. Quero ouvir o que tem pra dizer, sempre, pois sempre foram as palavras mais sábias que pude ouvir. Quando será que te vejo de novo? Deve demorar, isso se algum dia calhar que aconteça.
Só que, por mais que isso me incomode, quer dizer, estar longe assim incomode, eu não sou egoísta o bastante para querer atrapalhar o seu descanso. Afinal, nenhum de nós pediu para vir a este mundo, simplesmente aconteceu. E ele é tão ruim, tão feio e sujo em certos lugares, que, às vezes, a gente deseja que não tivesse vindo. Mas isso é uma grande besteira, eu sei e você também sabe que querer nunca ter vindo é besteira. Se essa é a nossa única chance de fazer coisas boas ou de só fazer parte de coisas boas, já basta, já vale toda uma cesta de coisas ruins, feias e sujas.
E por isso fico tranquilo. Porque você fez a sua cota de coisas boas e até as cotas de outras pessoas. Então agora, que chegou ao fim sua existência consciente, pode ir, com toda a paz do mundo, espalhar cada célula, cada átomo do seu outrora bem composto corpo pela terra.
Porque eu ainda te sinto aqui, sabe, e não deve ter nada forte o suficiente pra me fazer deixar de sentir. Porque todas as vezes que eu pensar em bigodes bem pretos cuidados em cima de um sorriso tão bonito como este seu, vou ter certeza que eles são de outro mundo e que vou senti-los até que a minha vez de me espalhar por aí chegue. Porque, senhor vaqueiro, a vida é muito curta e talvez eu nem tenha muito tempo sobrando da minha, mas pode ficar sabendo que não vou parar de escrever pra você.

Ponêis Malditos !

     A Nissan recentemente fez uma propaganda de market irritantemente sensacional.
     Infelizmente a maldição do ponêi me atingiu... =x

     Para quem não viu a mesma ou só viu ela pela televisão (ela incompleta), assista abaixo:


Tá bom, eu confesso: só estou postando o vídeo aqui para me livrar da maldição!
rsrsrsrs

Yekun / Parte 1

Pela manhã a avenida estava interditada e com placas de desvios, devido ao que foi um acidente com um caminhão-tanque carregado com combustível na noite anterior (...)

(...)  Naquela manhã o despertador ainda não tinha tocado, mas Nukey já tinha acordado e com ótima disposição. Pressentiu que seria um bom dia (!), e pensou, involuntariamente, sobre a expressão "bom dia" a qual todos aprendem a falar desde pequenos, mas ele não sabia exatamente o que significava tal expressão. Afinal, bom dia é uma pergunta, uma exclamação, um pedido, uma afirmação, um desejar ao próximo ou apenas um simples cumprimento que apenas informa a presença do sol? Mas esse pensamento não persistiu muito em sua mente, quase como se nem tivesse surgido e rapidamente ele se levantou para tomar um bom banho.
       Ao sair do banheiro, havia tanta fumaça de vapor d'água que qualquer um de fora pensaria, naquele momento, que aquilo era uma sauna. Ele se sentia um próprio super-heroi saindo de tanta fumaça intacto, como se aquilo fosse a cena de um filme, com muitas explosões e super poderes, mas logo acordou pra realidade e foi preparar seu café-da-manhã, e só depois foi vestir alguma roupa (algo considerado por ele apenas um acessório obrigatório para se apresentar socialmente).
       Ao sair para trabalhar, não sabia se escolhia a moto ou o carro e por isso decidiu ir de bicicleta, já que morava a apenas cinco quilômetros de onde trabalha e por também estar bem adiantado. Fazia tempo que não pedalava, mas ele aceitou o próprio desafio.
       Nunca tinha percebido antes o tanto que cinco quilômetros é distante e cansativo. Estava sentindo na própria pele seu sedentarismo e já não aguentando mais, após andar pouco mais de três quilômetros, ele apara pra descansar.
       Após alguns segundos de cabeça baixa ele ergue seus olhos e vê que logo a frente tem uma senhora, já um pouco de idade, que está a chorar sentada na calçada, bem onde a rua estava interditada (algo que ele também não havia notado até o momento, apesar de ter visto a placa de desvio). Movido por uma espécie de curiosidade ele vai falar com a ela.
       — Por que está chorando, minha senhora?
       — Meu filho... acaba de morrer num acidente (...) Um caminhão que transportava gasolina explodiu...
       — Meus pesâmes...
       Ela cessa o pranto por alguns instantes:
       — Primeiro meu marido, depois minha filha e agora meu filho que acaba de se casar também!? O que mais Deus pode tirar de mim? Devo estar amaldiçoada pelo Capeta, até minha herança eu já perdi por causa de um homem desgraçado que me limpou. Até meu cachorro(...), que foi abduzido por E.T.s. Já não aguento mais rezar em vão e ir a Igreja todo domingo por nada.
       Ele tinha começado a pensar o quão a gasolina estava cara desde que a senhora tinha falado sobre a explosão até que ouviu a parte sobre a abdução do cão. Achou engraçado, mas não riu. Percebeu então que a senhora voltara a chorar, porém neste momento ouviu-se uma explosão.
       No final da rua pode se ver uma tampa de bueiro decolar e subir quase quatro andares e aterrissar em cima de um carro estacionado enquanto brotava chamas do buraco, como se saissem do próprio inferno de Lúcifer.
       Nukey tinha assistido muitos filmes de guerra ultimamente e por isso várias coisas vieram a sua mente, mas nunca teria pensado que foi um "bueiro que explodiu". Algo quase inconcebíveu e inimaginável. "O que se passa no subsolo desta cidade?" Ele indagou silenciosamente, após lembrar ter visto manchetes em jornais sobre casos semelhantes em várias partes da cidade.
       Pensativo ele se levantou, pegou sua bicicleta e foi para o trabalho, sem nem perceber que a senhora com que estava conversando segundos atrás havia desmaiado com o susto da explosão e estava sofrendo um enfarto. Mal sabia ele que aquela desatenção com este caso salvaria vidas, pois no dia seguinte tal senhora iria dar uma de "mulher-bomba" no shopping, por desgosto a vida.
       92!
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      Após o enfarto a senhora logo se depara com a morte na sua frente, que imediatamente pergunta:
    — Qual é o objeto que não está mais aqui? — apontando para a mão.
    — /Foi-se/ !?
    — Pois é, é isso que acabou de acontecer com você na Terra. Alguma dúvida? (...) Então pode prosseguir!
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To be continued...