" Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar. "
So you think you can tell.
Este domingo é dedicado a uma das bandas mais relevantes e revolucionárias do Rock:
As letras amargas, a premasia instrumental, as concepções experimentais, a inovação nos palcos.
Tudo, simplesmente tudo.
Pink Floyd é um evento singular dentro do universo, não se verá tão cedo uma junção de quatro indivíduos que faça tanto como estes fizeram.
A guitarra melódica de David Gilmour.
As letras e o baixo de Roger Waters.
As teclas expressivas de Rick Wright.
A bateria explosiva de Nick Mason.
São elementos que deixaram um gigante legado e seu som com certeza ecoará por gerações e gerações.
Não Consigo
Por mais
que eu tente, você vem.
Como o
fantasma do natal passado, volta a me assolar a cabeça.
Volta a
se mostrar na cândida figura de outrora.
Porque
faz isso comigo?
Que foi
que fiz para merecer tal castigo?
Porque
não me abandona a cabeça de uma vez e some.
VAI-TE,
POR OBSÉQUIO!
Não quero
ter de remoer essa agonia por mais tempo.
Consternado
estou.
Relembro
seu sorriso feito a pincel,
Hand
made daqueles
que não se encontra duas vezes nessa terra
Mais
consternado fico.
Saio.
Procuro distrações, nenhuma me agrada, nenhuma me convence.
Pego o
violão, tento escrever alguma música, nada sai.
Estou
bloqueado.
A única
música que me vêm à cabeça é o som da sua voz
A única
música da qual me orgulho foi aquela que escrevi para ti.
Aquela
que fala de uma tal aposta.
Parece
que a perdi.
A você
E a
aposta.
Mordo os
lábios até quase sangrarem, na aflição de não ter o controle da situação
É raro
algo assim fugir de minha alçada.
Abro o
caderno, empunho o lápis como uma espada.
Rabisco
meio mundo de palavras que não dizem nada.
Este é
meu mal
Fabricar
textos em escala industrial
Mas
nenhum com sentimentos, pois os únicos que tive, foram tomados de mim.
Retornam
como uma leve oscilação
Tento
afastá-los, pois sei que não são reais,
Se
fossem eu não lembraria sua figura
A teria
na minha frente.
Tento
ser poeta, mas levaram minhas emoções
Não
consigo escrever sem elas, agora só o vazio me resta
Se bem
que poesia eu nunca escrevi, somente rimas baratas sem estrutura lírica
Talvez seja
isso, deve soar meio tiozão, mas não lhe culpo por abandonar-me
Nem eu
me escolheria, para ser honesto.
Este é
meu mal.
Ter-lhe
a figura na mente, e nenhuma coragem para afastá-la
Pois tenho
medo de, se afastá-la, não encontrar mais nada
além do
vazio que eu sei que existe lá dentro.
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Ps: Gostaria de estender meu mais honroso aperto de mão ao nosso Relações Públicas: André! Que tem feito um digníssimo trabalho no cargo que lhe foi conferido!
PPs: Meu texto de hoje iria ser sobre religião, mas, quinze minutos antes da meia-noite, formulei este outro texto e, por alguma razão inexplicável, decidi postá-lo. Quarta feira eu falo mal da Igreja.
Minha pequena bolha
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Dias atrás, quebrei um
copo, juntei os cacos, criei um mundo...
Os prédios são
impossíveis. Poesia dá em fábricas, que não a produz em massa. Os postes dão
luz, dão sua música dileta quando passa ao lado deles, dão balas de coco. Os mendigos
dão dinheiro pra gente toda. Árvores têm abscisão nos outonos, têm flores nas primaveras,
são verdinhas nos invernos e dão conchinhas nos verões, para combinar com as
praias. Em dia de praia, há feriado: os moços fazem nado sincronizado e as
moças se entretêm em pescarias. Cinema é gratuito e ao ar livre. Há postos de
saúde, postos de gasolina, postos de abastecimento de felicidade. A cada
esquina, vê-se dessas máquinas em paralelepípedos: você passa seu cartão de
identidade no laser vermelho, faz seu pedido e o ganha numa caixa, cuspida pela
máquina em duas vezes a velocidade da metamorfose da borboleta imperial. Sonhos
são projetados antes do sono. Zoológicos não têm cercas; há exposição de casais
de humanos pré-históricos, nus e inocentes. Assistimos televisão aberta,
fechada, insaturada, ramificada, com transmissão alienígena também. Você
escolhe a cor que quer ver o céu: se quiser cinza, vai de carro, se quiser
azul, vai de skate, e se quiser verde, aperta a opção “aurora boreal” no seu
controle remoto. Quando estiver triste e ninguém o quiser ouvir, quando suas
coisas ficarem ruins, seus amigos manterem distância, sua bolsa lacrimosa parecer
estourar em partos, suas mãos não acharem apoio, suas meninas estiverem longe
dali, então você tem direito a uma bolha. A bolha o levará aos céus num voo
frio, de limpar as falhas do coração. O frio o abraça apertado neste mundo
sempre que não tem ninguém nem para olhar.
The springtime of my loving
Porque eu quero tanto te sentir apertada contra mim que parece a pior
das torturas a distância. E um minuto longe de você é um quilômetro quadrado de
saudade plantado na minha cabeça. Saudade que quase dá pra pegar com a mão e
nada nem niguém faz ir embora. Quero
tanto te sentir.
Porque eu conheço poucas pessoas capazes de fazer as nuvens desocuparem
o céu com um sorriso; você é uma delas, ou talvez a única capaz de desocupar o
meu céu e fazer o que quiser dele. Quem mais, com mãos nuas e delicadas,
poderia arrancar a melancolia que vem e volta, mais vem do que volta, do meu
coração? E que gelado ele é se não tem você por perto...
Porque você émuito orgulhosa, qualquer coisa pode te deixar chateada
por uma eternidade, e eu quero muito, muito mesmo aprender a não te magoar.
Tanto, que te fazer feliz foi uma das minhas resoluções de fim de ano. Fazer
feliz a dona da minha felicidade.
Porque você me dá os carinhos que eu não devia ter. E você é muito além
do que eu, vazio, poderia querer.
Porque você se tornou quase toda a minha vida de um tempo pra cá. É um
nome só no meu pensamento, um cheiro , um toque e um desejo.
Porque você tem os olhos mais deliciosos do mundo inteiro. E eu quero
morar dentro deles. Ah, quem me dera ter-te, para eu morar-te até morrer-te...
E hoje é o seu aniversário. Por
isso quero te desejar as coisas mais lindas, os dias mais alegres, os sucessos
mais impossíveis, as cabeças com menos dores, os amigos mais verdadeiros, os
sorrisos mais sinceros.
Porque (são tantos porquês)... porque você é a coisa mais linda do meu
mundo, e os meus dias alegres são com você, e o meu sucesso mais impossível é
poder te chamar minha namorada, e a minha dor de cabeça é não poder te ajudar
na suas, e a minha amiga mais verdadeira é você, e os meus sorrisos sinceros
são todos seus.
Feliz aniversário, Raíssa, meu amor.
Eu sou o seu rugido. Lembra?
Somos Todos Iguais
Só se
for na insanidade.
É uma das premissas mais aceitas da sociedade, a de
que somos todos iguais, o que é extremamente simples de entender: Esse consenso
comum é universalmente aceito para não interferir no nosso way of life. É como uma cegueira universalmente aceita para que
alguns possam tocar suas vidas de compra e venda enquanto outras passam fome e jamais
passaram pelo banco de uma escola descente e jamais terão uma real chance de
crescimento e, com isso, não poderão dar a seus filhos uma chance de crescer
também. Claro, falo de crescer do ponto de vista “sociológico”, pois o
crescimento físico nada tem que ver com a condição social... Ou até tenha, analisando
por uma certa óptica.
Essa verdade “inquestionável” é a premissa que
sustenta o meio Econômico em que vivemos, o Capitalismo. O Capitalismo nos diz
que todos têm chances IGUAIS de acender ao Status
Money. Eu quase não consigo digitar esse texto enquanto penso nisso, de
tanto rir. Talvez uma das piadas mais engraçadas da história da humanidade. A
premissa capitalista quer me convencer que um garoto nascido RICO que mora em
um grande centro urbano e é bem amparado pelos pais tem as mesmas condições de
subir na vida (sendo que ele já está no topo) que um garoto nascido no SERTÃO
NORDESTINO, em uma família pobre, junto com mais tantos irmãos, com um único
colégio público a tantos quilômetros de distância. É, realmente me parece que
eles têm as mesmas condições, não é, leitor?
É quase religioso. Se existem duas coisas que, quando
questionadas, geram linchamento são essas: Capitalista Way of Life e Democracia, mas esta última eu deixo para outro post.
Não se pode questionar a Liberdade capitalista, pois todo mundo tem a MESMA
CHANCE de subir na vida. É o pilar conceitual mais sólido de toda a existência.
Religiões nascem, se modificam, expiram; Costumes mudam ao longo das gerações;
Valores caem por terra e surgem novos... Mas o nosso sistema sócio-econômico permanece
imutável. Você pode até me dizer que ele mudou muito desde a concepção original,
concordo plenamente, mas deve-se admitir que os PRECEITOS são os mesmos até
hoje.
E segue o passeio. Milhares morrem diariamente de
fome, outros trocam de celular com a mesma frequência que piscam os olhos;
pessoas estudam em um ensino público de merda que tem o equivalente a duas
horas de aula na semana enquanto outros estudam em colégios que te fornecem
três idiomas estrangeiros e preparação para doutorado no ensino fundamental.
Realmente, me parece que todos temos a mesma chance.
E você acha que isso é só no campo “social”? Diga-me
qual a estimativa de vida de um POBRE que tem AIDS e de um RICO com a mesma
doença? Diga-me qual a estimativa média de vida de uma pessoa que mora em
Goiânia e me diga a mesma média estatística de uma pessoa que mora em algum
lugar conflituoso na África.
É isso, iludimo-nos dizendo que estamos em uma
competição equilibrada e nos sentimos confortáveis indo no Shopping sábado à
tarde para comer Fast-Food e comprar roupas caras.
Ao vivo de Pompeia
Eu costumo imaginar coisas.
Não, não sou louco, loucos
jamais diriam com todas as palavras verdades que resultariam em atestados
factuais. E menos ainda quero me passar por um para conseguir aprovação,
compaixão ou um visual exótico.
Mas ultimamente tenho imaginado
como seria se um vulcão cuspisse toneladas de lava e ela escorresse lavando
tudo. Imagino que o vulcão tenha o mínimo de senso histórico e uma razoável delicadeza
no tato. Se um vulcão assim, como o de Pompeia, varresse Goiânia, os acreanos
levariam três semanas para sentir a nossa falta.
Seríamos todos congelados –
paradoxal e semanticamente? Todos nós congelados às sete e meia da vigésima
quarta noite do décimo mês do décimo primeiro ano do vigésimo primeiro século
do calendário cristão. Em que posição você gostaria de ser congelado? Bem, eu ia
querer estar nu e na rede. Mas, provavelmente, estaria sentado com aquela cara
inexpressiva e fecal comendo (antes morrer queimado a morrer de fome) e
vestido, é claro.
Isso nos leva a imaginar que
arqueólogos alienígenas concluiriam que esse ser bípede e semi-racional é uma
espécie de macaco que precisa de computadores para suprir a ocasional
insuficiência de pelos, visto que a maioria dos fósseis tratasse de um animal
melancólico inclinado sobre uma máquina multifuncional.
Horas antes da apocalíptica erupção
vulcânica (operação sanitária seria um melhor nome), numa epifania digna de
Maomé e Newton, alcancei a maior dedução lógica desde Karl Marx:
“Chegamos a tal ponto nessa era
dos avanços que o sujeito não pode deixar-se quieto por alguns instantes sem
correr o risco de ser chamado depressivo.
‘Depressão: doença pós-moderna
que o humano contraiu dos macacos que residiam nos arredores de Chernobyl.’”
Bang Cruch — em mais um devaneio
Se você já tem uma noção básica sobre física, pule para o §5º (quinto parágrafo)
P.S.: Texto inútil de opinião especulativa pessoal
A ciência moderna não trabalha mais com a noção de universo, e sim multiverso, o qual somos cada um, um indivíduo no meio de 7 bilhões de indivíduos, compondo uma única espécie entre outras 3 milhões de espécies já catalogadas, que vive num planetinha, que gira em torno de uma estrelinha que é uma entre outras 100 milhões, compondo uma unica galáxia dentre outras 200 bilhões de galáxias, num dos universos possíveis que vai desaparecer. Deste universo de onde você está a ler este texto especulam a teoria de Sheldon Cooper, chamado vulgarmente de Big Bang: no qual não se tinha nada e após uma indigestão de Chuck Norris, este liberou gases e BOOM, o universo começou a se expandir há 14 bilhões de anos e de repente, acidentalmente e ao acaso, um planeta relativamente próximo a uma estrela começou a se resfriar... eis você(!), uma provável pessoa que não acredita em extraterrestres, pois acha que Deus fez isso tudo somente para você. Você é o cara!A ciência também sabe, hoje, que no centro da Via Láctea existe um buraco negro, e calcula que em cada galáxia deva existir no mínimo um buraco negro que se originou após a morte de uma grande estrela que não entrou em hipernova, em que os buracos negros são pontos específicos que tendem a aumentar de tamanho exponencialmente e absorve toda a energia que recebe — lembrando que um tal de Albert nos demonstrou que massa e energia são a mesma coisa, apenas em estados diferentes (tipo vapor d'água e gelo); você deve conhecer isso como E=mc² de Einstein.
Um tal de Newton nos mostrou certas leis também, como a da Gravitação Universal e que massa atrai massa (gavidade) — "eis que uma maçã caiu em sua cabeça, e tudo ficou mais claro naquele momento..." — Faraday por sua vez mostrou a existência de energia e que as energias são as mesmas, apenas em estados diferentes (assim como a energia elétrica é igual a energia cinética de um carro em movimento), por isso usasse apenas uma letra, o E para representar energia, independente de qual matéria você for estudar e por fim Lavoisier, um físico azarado, que tinha a função de cobrar impostos na França durante a Revolução francesa, os quais todos se encontravam na miséria extrema, e por isso foi levado a ser guilhotinado, mas antes de tal fato se consolidar, esse provou que na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma.
E finalmente, das inúmeras especulações existentes, uma das teorias mas interessantes sobre como este universo vai acabar é o Big Crunch, que consiste no fato de que o universo começará, no futuro, a contrair-se, devido à atração gravitacional, até entrar em colapso sobre si mesmo.
Apesar de o Big Crunch em si achar que de repente o universo começará a se contrair ao ponto em que inicialmente se teve o Big Bang devido a força gravitacional, acho pouco provável que isso aconteça apenas por causa da força gravitacional, pois, como já foi provado, o universo está se expandindo e as galáxias estão se afastando invés de se aproximarem.
Mas (durante a minha total atenção na aula de análise literária formulei a teoria do surgimento do próximo Big Bang, que talvez seja nova ou apenas uma consequência dos memes, mas em todo caso é algo a se desprezar), creio que devido aos buracos negros existentes em todo o universo, esses começaram a absorver tudo a sua volta e aumentar de tamanho de forma que estes começaram a se fundirem e começaram um processo de Big Crunch (mas não por causa da gravidade) e no final restará apenas um enorme black role, e pelos mesmos serem, por definição, absorventes de energia e matéria, logo não teria mais NADA, e do "nada", devido a instabilidade provocada pelo tanto de energia absorvida, geraria um novo Big Bang...
ENEM 2011
Boa sorte a todos que farão o 2º dia do ENEM hoje! \õ/
Para aqueles que deram uma passadinha no Machado de Eugênio antes de ir pra prova, vou passar um OFF aqui:
O gênero da redação é Dissertativo-Argumentativo!
LoL !
Guardem segredo...
Abraço a todos !
Solilóquio
O frio
está roendo-me a inspiração, está roendo-me a capacidade de unir palavras e,
com elas e outras, formar frases e, a partir destas, estabelecer uma
comunicação que faça sentido, muito embora deva dizer que o que faz sentido ou
o deixa de fazer parte simplesmente de uma questão de perspectiva, é uma mera
questão de análise. Meus pés estão congelados, mal os sinto, o que não é de
todo verdade, uma vez que, justamente por senti-los, sei que estão frios, e
estão frios ao ponto da dor. Eu gosto do frio, é verdade que tem seus
contratempos, como a chuva que lhe encharca a blusa e o tênis, como os
relâmpagos que queimam circuitos elétricos de difícil reparo, como o alagamento
de ruas mal infraestruturadas, como a obstrução da liberdade daqueles que se
locomovem sem carro... claro, há aqueles que saem de motocicleta ou bicicleta
mesmo com o dilúvio condenando tudo lá fora, mas esses são os que devemos
condecorar como exceção; mesmo com tudo isso, o frio me apetece.
O frio é...
Une os corpos em sua desesperada busca pelo calor, acalenta o sono, propicia um
bom prato de sopa, encoraja uma boa chávena de chá, aprova uma boa sessão de
filmes no aconchego do colchão, entoa uma boa leitura, liga o “treme-queixos”...
O frio é reconfortante.
Desventurados
aqueles que dizem “O Frio é triste”, mentira das mais absurdas, das mais
ofensivas, até. Temos nós, em função das quatro cavidades cardiovasculares, a possibilidade
quase singular no reino animal de
apreciar tal fenômeno. Pergunte ao pobre anfíbio se pode fazer o mesmo, não,
senhor.
O frio
encoraja também os tímidos. Por exemplo: Você que almeja aquela oportunidade
com a garota sonhada pode lha oferecer o casaco ou moletom e passar frio
enquanto vê na fronte dela um belo sorriso ou, se for mais ousado, passar o
braço em volta dos frágeis e trêmulos ombros da donzela oferecendo um carinhoso
afago que promete aquecê-la o corpo e talvez enrijecer outras coisas.
O frio
abre o apetite. Quem não come além quando está perdendo calor para o ambiente?
Sem dúvida o frio é tempero dos melhores, tudo parece ter um sabor especial
quando temos esse refinado adicional.
Essa
frase “perder calor para o ambiente” me lembra a triste verdade, o frio não
existe, maldita física, preconceituosa que é, foi capaz de dizer que o Frio
nada mais é do que a ausência do calor. Eu digo o contrário, o calor é a
ausência do frio. Mas não posso discordar da física, é quase um pecado, então sou obrigado a conviver
com esta triste verdade, que é uma daquelas que vai me acompanhar até o caixão,
como eu disse no meu último texto.
Duro é
aguentar este clima em que vivo: Durmo a uma temperatura que requer quatro
edredons e meias e acordo sob o Sol escaldante e impiedoso transformando meu
quarto em um verdadeiro fogão solar. Vou estudar o processo, talvez consiga
vender a ideia a algum ambientalista. Goiânia já é atípica. Firma, das quatro,
apenas duas estações em seu calendário: Deserto e Dilúvio. E ainda há um
agravante, mesmo na estação de dilúvio, não se está garantida a temporada de
frio, uma vez que temos chuvas a temperaturas altas também. No final ficamos
mais ou menos como no desenho animado South
Park, lá eles vivem em um local que tem apenas um dia de sol ao ano, aqui
temos uma semana de frio no mesmo período, no máximo.
Mas não
coloquemos os prantos e desesperos à mesa, não ainda, pois ainda é frio e posso
apreciar meus pés ficando dormentes e minha chávena de chá. Que eu chore
amanhã, quando o frio se for. Ou não, pode ser que amanheça com um belo
horizonte nublado, quase negro. Seria um dia próspero, glorioso, até.
É duro
tentar entreter-lhes quando as ideias se esvaem da cabeça. Sim, caros leitores,
não me apetece escrever este solilóquio, mas fazer o que, são alguns males da
vida, ossos do ofício, como diriam alguns.
Querem que
eu tente um pouco mais?
Posso
tentar...
Não? Não
querem?
Ok,
despeço-me. Lavo minhas mãos desta imundície.
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APÊNDICE:
Bem, A gente gravou o nosso único vlog... e nele a gente comentou sobre uma certa previsão do FIM DO MUNDO que estava errada, de um certo cidadão chamado Harold Camping. Bem, esse mesmo cidadão, vendo que o mundo não acabou na data que ele afirma ter "previsto", disse que houve um erro de cálculo e que a data certa era precisamente ONTEM! 21 DE OUTUBRO... e adivinha só, estou postando HOJE! dia 22 de OUTUBRO! Ou o inferno é muito parecido com a Terra (isso porque eu nem devo ter passado pelo Julgamento final) Ou então... advinha só... MAIS UMA VEZ ELE ERROU!
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APÊNDICE:
Bem, A gente gravou o nosso único vlog... e nele a gente comentou sobre uma certa previsão do FIM DO MUNDO que estava errada, de um certo cidadão chamado Harold Camping. Bem, esse mesmo cidadão, vendo que o mundo não acabou na data que ele afirma ter "previsto", disse que houve um erro de cálculo e que a data certa era precisamente ONTEM! 21 DE OUTUBRO... e adivinha só, estou postando HOJE! dia 22 de OUTUBRO! Ou o inferno é muito parecido com a Terra (isso porque eu nem devo ter passado pelo Julgamento final) Ou então... advinha só... MAIS UMA VEZ ELE ERROU!
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Ps: Gostei muito da pequena discução que se formou nos comentários do meu último texto, gostaria que isso ocorresse mais vezes. Obrigado, leitores.
PPs: Wanessa, você é uma pessoa detestável.
Nihil: Evita
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Que mãos do céu pra cá
desceriam a moldar massa de cloaca?
Não existe alternativa senão
brincar com as epifanias. Tu, brinca, mas evita não tolerar. Vai à igreja, acompanha
teus velhos para ver como anda a demanda; pechincha. Jamais contradigas tua avó
quanto aos magos celestes porque a inocência da idade avançada já basta para calar-te
e calar tua descrença inteira. Ao criticar, tem dó, usa as palavras com medo
de que elas possam magoar alguém. Se fores criticar, diga tudo o que pensa sem
escrúpulos e rodeios; caso alguém se magoe e te leve ao julgamento por atentado
ao pudor, que seja pudico enquanto dure. Contradize-te, provando que pensas.
Prova que pensas perguntando a tua avó qual par de mãos desceria do céu pra Terra
a moldar massa de cloaca em vida. Não dês conselhos, apontando o que fazer ou
não, como se tu fosses cacique de tribo e retivesses em tua mente todo
conhecimento do mundo. Só brinca. Com a palavra tosca dos livros antigos, sobretudo
aqueles que prometem a história do começo ao tropeço. Brinca com o grande clichê. Com
tuas próprias manias. Com teus amigos. Com tua forma de conjugar verbos e
varia — se vier o erro, bem, é só brincadeira. Brinca com o desacerto da atomística,
com os gênios. Brinca em cartuns e parábolas. Em postulados e teoremas.
Agora eu brinco com o
nada que lambuza esses jeitos de contar causos, obsoletos. Quanto a ti, ou
brinca ou evita.
Hora de repensar
Recentemente vi uma notícia que desbanca
uma daquelas famosas histórias que a gente usa como argumento em debates
acalorados, mas, em consenso, considera mito, e foi exatamente essa parte do
mito a desbancada. “Ah, as grandes potências industrializadas já destruíram as
suas florestas e usam de lixão o território dos pobres.” Quem nunca ouviu algo
desse tipo? A verdade é que surgiram provas óbvias desse absurdo.
Fronhas, lençóis e pijamas usados em hospitais americanos -
inclusive com secreções - serviam, entre outros, de matéria-prima na fábrica
Império do Forro de Bolso. Havia inclusive material proveniente do Departamento
de Veteranos de Guerra dos EUA.
Algum
indecente vinha comprando lixo hospitalar de americanos e revendendo
tranquilamente no mercado brasileiro. Lençóis manchados de sangue e outros
restos foram usados para fazer forros de bolso, inúmeros. O que mais pode ter
acontecido com essa merda toda ninguém sabe.
E o pior de tudo é que essa
descoberta é um caso isolado. O que é que se pode esperar de uma fiscalização
que deixa passarem seringas usadas em contêineres para dentro do país? No
mínimo material radioativo e colombianos escravizados.
Hora de repensar...

Não sei se ainda acredito
Das
diversas dúvidas da humanidade, talvez uma das maiores seja: Qual o sentido
desta merda? E era isso que me fazia (ou faz, ainda não sei direito) acreditar
na existência do Criador, do lord, do
Ser supremo que deu o Start nesse colosso que é o Universo. Mas agora não sei
se ainda acredito. Não foi uma decisão tomada, foi simplesmente um estalo
abrupto que me veio à tona em um momento de ócio.
Os que
leem minhas bobagens aqui escritas já sabem, não sou um grande fã das religiões.
Nunca me fiei muito nelas, talvez a maior razão seja o capitalismo quase
explícito impregnado nelas. A única que ainda mantém um certo prestígio na
minha humilde concepção é a religião espírita, mas isso é tema para outro post.
Sempre que questionado acerca da famigerada, e muitas vezes geradora de
discuções, “Posição Religiosa”, sempre respondi não ter religião, ser crente em
Deus independente de uma religião, que é uma instituição como qualquer outra e
que, por estar aos cuidados das mãos humanas, está sujeita às corrupções do
homem. Minha visão é a de que Deus não interfere na nossa vida, limita-se a
julgá-la no final, não creio (nem nunca acreditei) em realizações através de
rezas, nunca me fiei em milagres, nunca acreditei no “Deus que quis”. Para mim,
se tais coisas fossem possíveis, não faria o menor sentido Deus “julgar-nos” ao
final da saga, bastaria mover os cordões. Creio no livre arbítrio e nas
consequências advindas dele. Ponto final.
A
verdade é que o motor gerador da minha Fé sempre foi a necessidade do “próximo
estágio”, sempre tive a expectativa do “algo a mais”. Para mim era demasiado
vago, e até um pouco triste, a vida simplesmente terminar com um monte de terra
em cima. Meu espírito, megalomaníaco e prepotente, precisa de mais que isso,
precisa de um propósito maior. É isso não é? Não é o que nos motiva a seguir em
frente? O propósito? Se disser que são os sonhos não estará errado, caro
leitor, mas sonhos nada mais são do que um propósito maquiado.
Ocorre
que me peguei devaneando sobre o “Sentido” da vida. E visualizei, com meu
paradoxal pessimista e poético jeito de ver as coisas, visualizei a humanidade;
visualizei a ignorância humana; visualizei o analfabetismo funcional; o descaso
generalizado; a incessante busca pelo material; a falta de compaixão; a falta
de interesse pelas coisas importantes, a preguiça; a hipocrisia; o extremismo;
a idiotice; a falta de bom senso; o consumismo; o egoísmo; o extresse; o
patético ciclo da vida; a lógica universal da sociedade; a velhice; a gradual
perda das habilidades motoras e psicológicas; o Homem. Penso que vislumbrei um
lampejo da “lógica” das coisas, não sou prepotente a ponto de dizer que o que
vi é real, embora, se me questionarem, diga sem medo de errar que “SIM,
INFELIZMENTE É O QUE OCORRE.”, não digo que é, ou melhor, digo, mas tenho
consciência do status desse “dito”, que não passa de uma opinião.
Então
eis que, como se bebesse água, aceitei que as coisas podem não ter um sentido
maior, que a triste percepção dessa vida vai me acompanhar pela velhice e se
sepultará em meu peito quando eu for para o caixão e lá permaneceremos até que
os vermes me levem a carne e os ossos e a essência e ponto, fim de história.
Sem outros mundos, sem outros planos, TALVEZ seja só isso. Eis que minha fé
expirou.
Não formulei uma opinião sobre a
positividade ou a negatividade da dita reflexão.
Vem justamente disso a concepção deste
texto, parafraseando o mestre Saramago: Escrevo para compreender. Escrevo como
se, para que compreendesse, tivesse de tentar explicar a outros. E não estou
aqui a prometer explicações a ninguém, prometo devaneios, e muito mal escritos,
até; muito prolixos, até; muito devaneios, até.
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Ps: Ouçam nosso PODCAST!
PPs: Participem do nosso "concurso" de Contos! Não sabe que diabos é isso? Acesse nosso Tumblr ou Comunidade no Orkut!
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Mais uma vez, sim!

Mais uma vez o podcast? Sim! Ele deve ter suas merecidas atenções (e eu estou com uma ligeira preguiça de postar).
Nessa edição Ian, Marco Aurélio e André Luiz abordam alguns temas atuais e tratam do terror de muitos: O VESTIBULAR. (No podcast, a ausência dos outros membros é devidamente explicada).
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Enquanto isso, no podcast!
1984 — A origem
Zona livre de
comércio, União aduaneira, Mercado comum, União monetária e União política, eis
as cindo etapas existentes de um bloco econômico formado pelo homem
contemporâneo da primeira metade do século XXI, em que apenas um bloco, até
hoje, conquistou estes cinco passos: a União Européia (U.E.).
Com a nova política a paz se perpetuou, sem nenhuma guerra civil ou cogitação de guerra entre os três grandes países. Graças ao bom GRANDE IRMÃO!
“Hoje”, Whinston Smith e Júlia sabem que Guerra é paz, Liberdade é escravidão e Ignorância é força sem entender o porquê, mas pra que questionar se tudo vai tão bem?, desde que eu saibam 1 + 1 = 3...
Mas cinco
passos em apenas um continente era pouco! Era necessário expandir. Começou com
a UNASUL, em que englobava todas as
noções independentes da América do Sul. Não demorou muito, e logo se estendeu
pela América central, virando a União Latina (U.L.). Com a U.L.,
veio quase ao mesmo tempo a União Oceânica (U.C.).
Os três blocos
funcionavam tão bem e dava tanta estabilidade e desenvolvimento, que todas as noções
queriam se integrar a uma; Foi quando a U.E. surgiu com a 6ª etapa, no Tratado de Helsinki (Finlânida):
Linfuistic Union, em que consistia de
quebrar as barreiras lingüísticas e criar apenas um idioma para toda a Europa.
Era a primeira
vez que se cogitava a idéia e a concretização de um idioma único, em que todos
os países membros ensinarião sua língua conterrânea e a língua européia,
obrigatoriamente, em cada escola. Dessa forma não haveria perda de cultura e
isso facilitaria a comunicação entre todos, de forma que muitas guerras inter-nacionais seriam evitadas e significaria
um progressivo desenvolvimento, em diversos aspectos e áreas (da ciência).
Novamente a
Europa voltava a ser um exemplo para o mundo, e não demorou muito para a U.L. e
a U.C. adotarem a 6ª etapa também, algo que não foi nada difícil.
Era uma época
de muita paz e prosperidade. Nem mesmo guerras religiosas estavam acontecendo
em grande intensidade.
Surpreendentemente
a Dinamarca e a França concederam voluntariamente a independência para a
Groelândia e a Guiana Francesa, as quais essas foram logo integradas a U.L. e
sendo reconhecidas como territórios do continente americano.
No Leste Asiático China, Japão, Coreia, parte da Índia e algumas nações vizinhas formaram a Lestásia e de repente a U.C. apareceu com a 7ª etapa, com o Tratado de Suva. Agora a Oceania era além de um continente, um país único.
Com esse choque, veio outro maior ainda: o império estadunidense caiu, e este veio a se juntar com a U.L, e no mesmo mês o Canadá entrou no bloco, formando assim a União Americana. Enquanto isso, na Europa a Rússia se integra totalmente a U.E.
Com a 7ª etapa a Lestásia tentou fazer a união dos países também formando apenas um grande território nacional, mas as divergentes culturas fez gerar tamanha guerra que se espalhou de forma tão rápida e intensa que logo em cada bloco estava passando pelo mesmo processo.
Até hoje se perguntam como essa guerra foi se expalhar pra todo o planeta colocando todos os países uns contra os outros.
Até hoje se perguntam como essa guerra foi se expalhar pra todo o planeta colocando todos os países uns contra os outros.
Essa foi uma guerra mundial, que apesar de envolver praticamente todos os países, não foi chamada guerra mundial, por já ter tido duas guerras com este nome, e por isso foi chamada de A GRANDE GUERRA (o qual futuramente chamarão de a guerra que levou a paz —> GUERRA DA PAZ [e depois, de alguma forma desconhecida, acaba virando “guerra é paz”]).
Após 37 anos de guerras terríveis consecutivas, a mesma Lestásia que começou acidentalmente tal guerra, resolveu a mesma com uma forte repressão ditatorial, consolidando assim, finalmente, a 7ª etapa da Lestásia.
A solução no restante do mundo teve um desfecho semelhante, e no final de tudo o mundo ficou dividido em 3 grandes potências:
A solução no restante do mundo teve um desfecho semelhante, e no final de tudo o mundo ficou dividido em 3 grandes potências:
- Oceania - o maior dos impérios, governa toda a Oceania, América, Islândia, Reino Unido Irlanda e grande parte do sul da África.
- Eurásia - o segundo maior império, governa toda a Europa (exceto Islândia, Reino Unido e Irlanda), quase toda a Rússia e pequena parte do resto da Ásia.
- Lestásia - o menor império, governa países orientais como China, Japão, Coreia, parte da Índia e algumas nações vizinhas.
Com a nova política a paz se perpetuou, sem nenhuma guerra civil ou cogitação de guerra entre os três grandes países. Graças ao bom GRANDE IRMÃO!
“Hoje”, Whinston Smith e Júlia sabem que Guerra é paz, Liberdade é escravidão e Ignorância é força sem entender o porquê, mas pra que questionar se tudo vai tão bem?, desde que eu saibam 1 + 1 = 3...
E... PODCAST! (Vestibular e otras cosas)
Yep, people! Depois de décadas cá estamos nós, com este Podcast lamental para vocês!
Nessa edição Ian, Marco Aurélio e André Luis abordam alguns temas atuais e tratam do terror de muitos: O VESTIBULAR. (No podcast a ausência dos outros membros é devidamente explicada)
Enquanto isso, no podcast!
Cuidado com esse Eugênio
![]() |
Clique para ampliar |
De
repente, notamo-nos desenhos num mundo onde anêmonas, algas, corais faziam-se
felizes fora do mar. O céu está oculto, mas podemos sentir o coro das estrelas,
gritos, embora não sintamos a mão do Eugênio que se aproxima silenciosamente.
Ele quer seu machado de volta, mas Ian, que não percebeu ser desenho, que tem
um furtado nas mãos, ainda tem muitas cabeças para rachar, com o auxílio da
trupe contígua: um moço que se faz de mim, levando nas costas a enigmática
Sunrise, e um moço Marco.
Eugênio
não percebe a urgência do furto. Embaixo do chão e do véu das mulçumanas,
atadas e em cima de pescoços, sob os olhares vergonhosos e indefinidamente
humilhados, entre sombras dos edifícios amontoados e vícios urbanos inalteráveis,
sob vias de trens e trens que são coisas quaisquer no palavreado dos
trabalhadores humildes, embaixo de mentiras e mentiras, ouvimos os gritos das
estrelas. Gritos a nos lembrar de um trabalho inteiro, aquele que pode ser
confundido com sangrias e trepanações, o das rachaduras. Pelo caminho, além dos
corais, além do desenho bidimensional, uma humanidade entorpecida nos espera de
cabeça abaixada, pronta para o processo. Vão-se os títeres, Eugênio, recolha a
mão e deixe-nos.
Função Comoção
Steve
Jobs is dead. Right.
Pois é,
um inegável gênio morreu, deixou um grande legado, era um mestre nas citações
históricas e, sem sobre de dúvida, vai fazer falta. Mas me surge uma pergunta,
até onde a comoção é intencional e não “programada”? Ora, basta pegarmos um
exemplo relativamente recente: Michael Jackson. Era dito pedófilo, louco,
problemático, deturpado, senil e coisas do gênero. Depois de muita lenga lenga
e um caixão fechado todos choram a morte do Rei do Pop. Evidentemente esse “padrão”
não se encaixa no currículo de Mr. Jobs, mas vale a pena dar uma refletida no
assunto, ao menos do meu humilde ponto de vista. Morrem milhares de pessoas por
falta de atendimento às necessidades básicas todo santo dia e ninguém chora a
morte delas. Vale a pena lembrar que MUITO PROVAVELMENTE a vida delas foi bem
mais curta e infeliz do que a do Sr. Jobs. Ok, Ok, ele revolucionou o conceito
de computadores e tecnologia e desenvolveu mercadorias em aço escovado, tudo
maravilhoso, mas a questão levantada é que ele morre, mas os que compartilhavam
das ações não, e ai vira aquela tripudiação em cima da morte do “Gênio”.
Daí é o circo que Eles adoram ver,
vendas lá no auto, comparações com cristo e dinheiro nos bolsos. Foi assim com
qualquer outro, também é com ele. Agora, por exemplo, não é interessante você
chorar a morte dos que morrem de fome, isso não dá dinheiro, mas não duvido
que, caso as pessoas passem a olhar para essa situação, comecemos a arrumar um
meio de fazer dinheiro com isso também.
Talvez o
exemplo mais recorrente na minha cabeça seja o Michael Jackson por ter sido o
mais recente, ou, ao menos, o que acompanhei com mais proximidade. Em vida, pelejaram
a todo custo para retirar as acusações de pedofilia e não deu em nada, daí, com
a sua morte, vem uma criancinha melequenta e diz que as acusações eram falsas,
que ele nunca havia abusado dela, que a acusação era para ganhar dinheiro e
coisas assim. Não duvido que tenham pago a criança para dizer isso, e não é
porque eu acredite que o Michael era pedófilo, nada disso. É que é muito mais plausível
do que acreditar que em dado momento uma conversa assim acontece:
“Pai da
criança supostamente abusada liga a tevê bem no momento em que anunciam a morte
do Michael. Atordoado, chama a esposa:
_ AMOR!
Michael morreu!
Ela fica
estática. Seus olhos vibram e é visível neles o remorso. Desaba em choro.
_ Meu
Deus! Por quê fizemos aquilo? Por quê?!
O marido
também desaba em remorso.
_
Cometemos um erro tão grande, como fomos tão cruéis com o pobre Michael...”
É assim
com todos. Fazem da morte o mártir e assim todo mundo sorri em cima de cifrões.
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